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O QUE É TRANSFORMAÇÃO DIGITAL? COMO APLICAR NA SUA EMPRESA?

A transformação digital é um fenômeno que utiliza tecnologias digitais para resolução de problemas e melhoramento de diversos aspectos, vai desde uma melhora na produtividade e desempenho dos funcionários até garantir melhores resultados e lucratividade.

O termo transformação digital tem ganhado a atenção de diversas organizações espalhadas pelo mundo. Independente do setor de atuação, qualquer empresa consegue aplicar a transformação digital em sua estrutura, se tornando uma empresa mais ágil, mais eficaz e, também, com melhores processos otimizados por meio, principalmente, da tecnologia.

A transformação digital, porém, passa de um desejo para uma necessidade quando o mercado exige que os processos dentro das organizações sejam mais digitais. Empresas que surgiram antes da popularização da internet, por exemplo, enfrentam um desafio maior, uma vez que as regras e processos dentro do negócio mudaram. Dessa forma, se atualizar passa a ser primordial para que a empresa continue funcionando. A transformação digital muda a estrutura de uma organização, colocando a tecnologia como essencial. Assim sendo, as empresas investem em tecnologia buscando um retorno positivo sobre este investimento. Porém, é importante também entender que somente introduzir tecnologias não transforma a empresa. Antes de alterar processos e implementar novas tecnologias, é importante fazer um diagnóstico da situação atual da organização, entender como anda a cultura empresarial e, depois, aprender como os novos processos de transformação digital se enquadram na sua realidade.

Transformação digital nas empresas.

Com certeza você já se deparou com um artigo ou uma matéria falando sobre a necessidade da transformação digital nas empresas, independente do porte. Acontece que essa tendência não é nova – as primeiras menções ao termo surgiram no final da década de 1990, mas ainda pega muitas pessoas de surpresa. No Brasil, por exemplo, o fenômeno ganhou mais força nos últimos anos e passou a ser prioridade com a recente pandemia do novo Coronavírus.

Segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre março e junho de 2020, mais de 700 mil empresas encerraram suas atividades por conta da crise instalada pelo novo Coronavírus, sendo que 99,8% delas são de pequeno porte. O número, em apenas quatro meses, é maior que a média anual de fechamento de empresas, que gira em torno de 600 mil, de acordo com o Sebrae.

Um dos motivos mais frequentes para o encerramento das empresas,  segundo estudo realizado pela CBInsights, é a resistência à mudanças e falta de consideração do mercado atual. 

Nesse cenário, a transformação digital se faz ainda mais importante, visto que o consumidor está adequando seus hábitos para um mundo cada vez mais conectado. 

Importantes lições para entender melhor a transformação digital 

Como dissemos no início do texto, a transformação digital ainda causa muitas dúvidas, em alguns empresários, que não conseguem enxergar como todas essas mudanças podem se encaixar nos negócios deles. 

Porém temos certeza que as novas tecnologias, associadas a metodologias ágeis, podem realizar mudanças estruturais, gerando impacto positivo e crescimento sustentável aos negócios. Um exemplo disso é que 43% das PMEs brasileiras, com até 250 funcionários, adotaram novas tecnologias para possibilitar o trabalho à distância e evitar prejuízos, de acordo com o estudo da plataforma Capterra/Gartner. 

Por isso, vamos compartilhar as principais lições de transformação digital que aprendemos lidando com projetos de diversos segmentos.

A transformação digital é caminho sem volta

Se você está preocupado que a transformação digital seja mais um fenômeno passageiro, pode ficar tranquilo, pois não é. Os relacionamentos e as interações pessoais estão cada vez mais digitais, afetando o comportamento do consumidor. Por isso, estamos falando de um caminho sem volta.

O isolamento causado pela pandemia do novo Coronavírus fez com que muitas empresas colocassem a digitalização como prioridade e elas estão começando a colher os frutos disso. Entretanto, esse processo é uma jornada, com diversos passos e marcos, que vão ocorrendo ao longo do tempo, seja com o auxílio de novas tecnologias, melhorias nos processos e  mudanças no modelo de negócios.

Comportamento do consumidor cada vez mais digital

Você se lembra como pedia pizza há cinco anos? Ou como assistia filmes e séries? O tempo passou e nem percebemos como nosso comportamento se modificou. No início eram apenas compras esporádicas pela internet; em seguida, já pagávamos boletos e hoje em dia fazemos quase tudo por meio de um smartphone. Além disso, o conteúdo audiovisual ganhou ainda mais força, com transmissões ao vivostreaming, e até live commerces

Diversos fatores econômicos, sociais, culturais e psicológicos contribuem para que nosso comportamento seja alterado. As empresas, por sua vez, precisam entender como os clientes delas agem e se fazerem presentes e acessíveis a esse público. O caminho que cada uma deve percorrer varia de acordo com o público, o mercado e a solução oferecida. Porém é preciso ter em mente que a tendência é que as jornadas de compra se tornem cada vez mais digitais.

A transformação digital afeta diretamente na experiência do consumidor

Uma das grandes vantagens de digitalizar o modelo de negócio é obter e mensurar dados dos consumidores com eficiência. Esse processo é essencial para entender os pontos fortes e fracos da estratégia traçada para captar os clientes. 

Ter esses dados em mãos pode ser um diferencial para traçar perfis mais completos; planejar campanhas, serviços e até novos produtos.

Neste tópico vale um ponto de atenção, visto que no Brasil temos uma nova lei que normatiza a captação e utilização de dados, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Todas as estratégias utilizadas devem estar de acordo com as diretrizes propostas pela LGPD, a fim de evitar multas e sanções.

Mas, por onde começar a transformação digital?

Agora que você já conhece as principais lições deixadas pela primeira onda da transformação digital, está na hora de agir. São muitas informações e novidades, por isso é normal se sentir um pouco perdido, sem saber por onde começar. 

Neste momento, a primeira coisa a ser feita é analisar o cenário da sua empresa: principais oportunidades, desafios e o que seus concorrentes estão fazendo de diferente. Esses passos são essenciais para o sucesso do seu projeto,visto que 70% das empresas não atingem seus objetivos com transformação digital

A porcentagem é tão alta por alguns motivos, mas os principais são a falta de estratégia integrada com objetivos de transformação e a falta de monitoramento eficaz do progresso em direção aos resultados. 

Para obter sucesso e não se tornar parte de uma estatística é imprescindível ter uma mentalidade de governança ágil, engajar toda equipe para que as mudanças necessárias sejam realizadas e contar com parcerias de empresas consolidadas, que auxiliem nessa jornada de transformação, para se tornar uma empresa inovadora.

Na hora de aplicar a transformação digital dentro de uma empresa é preciso pensar em mudar o pensamento tradicional para uma maneira de pensar focada em tecnologia. A mudança acontece de forma progressiva, um passo de cada vez até alcançar o objetivo final. Como já dissemos, antes de todos os passos é importante fazer um diagnóstico do cenário atual da empresa para entender em quais pontos serão necessárias mudanças. Essas alterações podem ser desde culturais até tecnológicas, então, é importante manter a mente aberta para entender melhor o que a empresa realmente precisa.

Agora, chegou a hora de ler algumas dicas que podem te ajudar nesse processo, veja:

1. Enxergue as possibilidades. 

O primeiro passo é treinar os olhos e a mente para que você consiga enxergar as possibilidades que serão abertas para a sua empresa quando ela estiver inserida digitalmente no mercado. 

Isso significa que é preciso fazer planos para o futuro, entendendo como as novas tecnologias ajudarão a sua organização a alcançar os objetivos propostos. 

Com essa visão, a organização será capaz de criar um plano tático, listando cada etapa de mudança até que o objetivo final seja alcançado. Este plano deve ser feito de forma conjunta, unindo forças de várias áreas dentro da empresa. Aqui, é necessário que as lideranças estejam alinhadas, sabendo claramente onde querem que a empresa chegue e os resultados esperados.

2. Saiba investir em iniciativas digitais válidas. 

Existem várias iniciativas digitais que fazem parte da transformação digital. Big data, data-driven, realidade virtual, internet das coisas, realidade aumentada, automação de marketing, marketing digital, inteligência artificialmachine learning e business intelligence são termos bastante populares quando o assunto é transformação digital, mas existem diversos outros recursos que podem ser utilizados durante essa jornada. 

Para definir as tecnologias a serem utilizadas, o importante é conhecer bem a sua organização e o objetivo que a empresa possui. Só assim será possível escolher de forma correta o investimento nas melhores tecnologias, sejam tecnologias de rh, marketing, vendas, dentre outras que devem suprir as necessidades da empresa e ajudá-la a produzir mais e melhor.

3. Não esqueça do capital intelectual. 

Mas, para além do investimento em tecnologia, é preciso investir nas pessoas. Os colaboradores devem estar atentos aos novos recursos digitais e precisam ter a capacidade de trabalhar com essas ferramentas. 

O capital intelectual de uma organização, ou seja, os seus colaboradores, é o maior ativo de qualquer empresa. Invista em capacitações, cursos e palestras que sejam capazes de prepará-los para lidar com as novas tecnologias, tirando o máximo de proveito do que elas têm para oferecer.

Como alternativa, muitas empresas estão usando a locação de squads, para ter times ágeis e multidisciplinares essa pode ser uma boa opção.

4. Lembre-se que a transformação digital é um processo. 

Por ser um processo, a transformação digital acontece de maneira contínua, de forma que o trabalho nunca termina. Novas tecnologias serão lançadas continuamente e a necessidade de se adaptar vai aparecer de tempos em tempos. 

Empresas que estão preparadas e não têm medo de mudanças são aquelas que conseguirão sucesso dentro de seu mercado. Neste ponto, vale a pena procurar sites, fóruns e eventos que falem sobre transformação digital e as novas tecnologias. Estar atento às novidades é primordial para se manter atualizado e se planejar para o futuro. 

5. Seja a voz da mudança. 

O último ponto é, talvez, o mais importante de todos. Toda a mudança precisa começar de algum lugar, por isso seja uma voz ativa para pregar a transformação digital. 

Aqui, é preciso atentar-se às lideranças, pois com líderes e gestores animados com os resultados que a transformação digital pode trazer para a organização é mais fácil e certeiro chegar aos liderados e também motivá-los.

O processo de transformação digital é imprescindível para uma empresa que deseja ter mais longevidade no mercado e atender as necessidades dos seus clientes. Se você já percebeu que a TD é importante, mas não sabe por onde começar, preencha o formulário para descobrir como a Digital4all pode ajudar a sua empresa.

Daniel Zapparoli

COMO VENDER PELO FACEBOOK

Aprenda a usar essa rede social como uma ferramenta de vendas.

O crescimento acelerado das redes sociais e, mais importante, a democratização do acesso à internet permitem que cada vez mais pessoas se lancem no mercado do empreendedorismo digital. E com um mercado tão competitivo, é importante estar atento a novas formas de vender, se posicionar o mercado, divulgar sua marca e se manter sempre na frente da concorrência. E como o ambiente virtual é bastante dinâmico, sempre surgem novas formas de vender. Redes sociais que antes eram focadas apenas em entretenimento agora são excelentes ferramentas para empreendedores, que podem utilizá-las para vários tipos de negócios, como vender pelo Facebook, Instagram e lojas virtuais.

Se você quer se aventurar nesse mercado ou já é um empreendedor e quer encontrar novas maneiras de distribuição para melhorar as vendas, confira tudo que você precisa saber para vender pelo Facebook e acelerar o seu negócio.

E se a sua ideia ainda está no papel, essa é uma excelente hora de colocar em prática! Confira como iniciar o seu negócio digital e comece a ganhar dinheiro pela internet agora mesmo.

Por que vender pelo Facebook?

Quantas pessoas você conhece que não possuem uma conta no Facebook? Pois é, em novembro do ano passado a rede atingiu 2 bilhões de usuários ativos por mês. Por dia, esse número chega a pouco mais de 1,3 bilhões de pessoas. O número de usuários mensais mostrou um crescimento de 16% em relação ao ano anterior (2016) e as projeções é que esse número cresça ainda mais.

Além do grandioso número de usuários, o Facebook é, também, acessado em diversas plataformas. Esses usuários utilizam a rede pelo computador, por tablets, smartphones e muito mais. É por isso que esta rede social é tão efetiva em conectar empresas com pessoas ao redor do mundo. Milhares de empresas já sabem como vender pelo Facebook e já utilizam essa rede comparte importantíssima de sua estratégia.

Facebook para empresas

Com tanto foco em marketing digital e o crescimento de empreendimentos no meio virtual, o Facebook percebeu essa mudança de comportamento online e criou o Facebook para empresas. O Facebook para empresas é a ferramenta de negócios da rede social e, diferentemente de um perfil pessoal, possui um layout, posicionamento, alcance e funcionalidades – anúncios, por exemplo – totalmente voltados para negócios.

Basicamente, o Facebook para empresas faz com que a sua mensagem chegue até as pessoas corretas da forma correta. E além disso, pode ser vinculada a outras ferramentas potentes para o marketing digital, como o ‘Instagram para empresas’ e o Messenger, ambos do próprio Facebook.

Nessa ferramenta da rede social, é possível criar e gerenciar a página da sua empresa, entrar em contato com clientes – e ter clientes entrando em contato com você – e, na mais nova funcionalidade anunciada pelo Facebook, criar uma loja virtual vinculada à sua marca e anunciar produtos diretamente.

Então, com uma rede social tão grande e uma ferramenta pensada especialmente para negócios, basta entender melhor como vender pelo Facebook e começar a impulsionar suas vendas. Veja o passo a passo a seguir!

Como vender pelo Facebook: passo a passo

Usar o Facebook para empresas não é difícil, mas é preciso tirar um tempinho para aprender como melhor aproveitar essa rede para vender pelo Facebook. Então, vamos ver um passo a passo que vai te ensinar tudo sobre como vender pelo Facebook, como configurar sua página, configurar a loja virtual, fazer anúncios e até dicas de boas práticas para vender no ambiente online. Vamos lá?

O primeiro passo é criar uma página para o seu negócio!

1- Crie a sua página

Criar sua página no Facebook é gratuito e bem simples. Ela vai servir como a base para você criar a presença digital da sua marca, loja ou empresa.

Para criar a página você deve ir no painel superior direito do Facebook, clicar na setinha para baixo e encontrar o botão ‘Criar Página’, como na imagem abaixo.

Após esse passo, você deve escolher qual o tipo e a categoria que o Facebook deve anexar sua página. Esse dado é extremamente importante, afinal, toda estratégia de vendas online começa pelas pessoas certas encontrando o seu negócio.

Depois disso, basta colocar um nome e clicar no botão ‘Começar’. Pronto! A página já foi configurada.

Dica: Após clicar em ‘começar’ o Facebook pede que você adicione uma foto de perfil e uma foto de capa para a sua página. Essas imagens são muito importantes! As imagens servem para criar identificação e engajamento com o público e atraem muito mais. Com certeza você clicaria primeiro em uma página que tem uma imagem em vez da que não tem, não é mesmo?

Agora você deve colocar uma breve descrição da sua página. Isso vai servir para ajudar o público que chegar até ela identificar rapidamente o que sua empresa faz ou oferece. Essa descrição aparecerá, também, nos resultados de busca, portanto, capriche! Conte um pouco sobre sua marca e tente, sempre, destacar-se da concorrência de uma forma positiva e eficiente.

E agora, com sua página pronta e completa, é hora de caprichar no marketing pessoal para fortalecer sua marca! Mas lembre-se, o importante não é somente ganhar mais ‘likes’, mas saber como transformar essas curtidas em oportunidades de negócio e vendas.

Você sabe como aumentar seu público usando o marketing pessoal? Isso pode ser muito importante na hora de construir sua presença digital e aumentar sua autoridade online. Confira gratuitamente nesse material tudo sobre aumentar sua audiência por meio de técnicas de marketing pessoal.

2 – Configure uma loja virtual na sua página

Uma das novas funcionalidades do Facebook para empresas é a criação de lojas virtuais dentro das páginas. Com isso, fica mais fácil ainda centralizar a tarefa de vender pelo Facebook em uma só plataforma. E a melhor parte é que é muito fácil configurar essa loja virtual!

Para colocar isso na sua página você deve fazer o seguinte:

Primeiro, vá na aba ‘Configurações’ da sua página e, em seguida, encontre o botão ‘Editar página’. Em ‘guias’ você consegue ver tudo que é exibido no painel lateral da sua página. Por exemplo, na página da Samba temos as guias representadas na imagem abaixo. Algumas são guias padrão, outras são guias especiais que adicionamos na nossa página do Facebook para Empresas.

Bem na parte inferior desta página existe um botão ‘adicionar uma guia’ e, em seguida, você pode adicionar a guia ‘Loja’, como a imagem abaixo mostra.

E ah, é muito importante ler e entender – e cumprir, claro – todos os termos e regras de uma loja virtual, afinal, existem muitas práticas de vendas que tanto você quanto a plataforma precisam assegurar que serão feitas da melhor forma possível.

Você deve adicionar se quer que as pessoas entrem em contato pela própria página ou realizem as compras em um ambiente externo, como o seu site. É preciso, também, selecionar qual moeda o preço deve ser exibido – real ou dólar, por exemplo.

Em seguida, você pode clicar em ‘adicionar produto’ e começar a colocar todos os seus produtos à venda em um catálogo virtual atrelado à página.

Agora que você já configurou sua página de empresa, a deixou atrativa e pronta para funcionar, também, como uma loja virtual, o próximo passo é fazer com que as pessoas certas cheguem até você!

3- Crie anúncios e campanhas

Criar anúncios é uma grande e importante parte de saber como vender pelo Facebook. Para fazer anúncios você deve ter seguido os passos anteriores de configurar uma página na plataforma para empresas (mas não necessariamente o de configurar a loja). Os anúncios do Facebook são extremamente efetivos e garantem que a sua mensagem chegue, não só até as pessoas certas, mas em formatos bem atraentes e diversificados.

Mas antes de criar os anúncios, é preciso refletir um pouco e entender sobre as seguintes coisas:

  • Persona: criar uma persona é criar uma representação fictícia do seu cliente ideal. Isso não quer dizer pessoa inventada, pois a persona deve ser criada em cima de bases reais de pesquisa de mercado e de comportamento. Descrevendo quem é o seu cliente ideal – idade, profissão, gênero, hobbies, escolaridade etc. – você consegue sempre manter em mente para quem você vai vender e concentrar esforços para seus anúncios chegarem até essas pessoas. E claro, você pode ter mais de uma persona.
  • Finalidade do anúncio: os anúncios do Facebook possuem diversas finalidades, como: tráfego, envolvimento na publicação, instalação de algum aplicativo, conversões, cadastros entre outras. Sabendo exatamente, além de quem você quer atingir, qual é o objetivo do seu anúncio, você consegue adequar sua mensagem para ele.
  • Mensurar resultados: A plataforma de anúncios do Facebook te deixa analisar os resultados desses anúncios. Mensurar resultados é uma prática importantíssima, pois te deixa ciente do que funcionou e o que não funcionou na sua campanha. Dessa forma, você pode repetir tudo que funciona e ajustar tudo que ainda precisa de melhorias.
  • Importância de testes: Faça testes de diferentes formatos, imagens e linguagens nos anúncios. Você verá que alguns terão melhores resultados que outros e alguns podem até te surpreender! Essas atividades como vender pelo Facebook ou Instagram, por exemplo, são muito novas ainda, por isso, estão em constante mudança. Se adaptar é muito importante para manter-se relevante!

E agora que você já pensou nisso tudo, está na hora de saber como vender pelo Facebook efetivamente! Vamos lá?

Confira como fazer anúncios efetivos dos seus produtos e aproveitar ao máximo essa plataforma.

Criar campanha

Na aba gerenciador de anúncios você encontrará a tela acima. Nela você deve escolher a finalidade da sua campanha. A finalidade faz parte de todos aqueles detalhes que mencionamos acima. Em resumo, os objetivos são os seguintes:

  • Reconhecimento de marca: Alcançar pessoas que se identificam e podem se interessar pela sua marca.
  • Alcance: Fazer com que o seu anúncio alcance o maior número possível de pessoas.
  • Tráfego: Fazer com que as pessoas acessem seu site, blog ou outra plataforma externa ao Facebook.
  • Envolvimento: Curtir. Comentar. Compartilhar! Essa finalidade de anúncio fará com que as pessoas realmente se envolvam com eles.
  • Instalação de aplicativo: Conseguir que pessoas instalem seu aplicativo.
  • Visualizações em vídeo: Conseguir mais pessoas assistindo e engajando com o seu conteúdo em vídeo.
  • Geração de cadastros: Conseguir dados de cadastro de pessoas interessadas, como nome, telefone, e-mail ou outras formas de contato.
  • Conversões:  Essa finalidade fará com que as pessoas realizem alguma conversão (marketing) dentro de suas páginas.
  • Visitas ao estabelecimento: Os anúncios também podem ser utilizados para estabelecimentos físicos. Esse tipo de anúncio envolve pessoas e faz com que elas visitem sua loja, restaurante, academia etc.
  • Venda de catálogo de produto: Exibe os produtos cadastrados na sua loja virtual vinculada à sua página de empresa.

Depois de decidido a finalidade do anúncio, está na hora de criá-lo de verdade.

Segmentação de público

Para escolher o público que você quer alcançar com seu anúncio, você tem duas opções nessa plataforma: Utilizar um público personalizado, ou seja, grupos de pessoas que já interagiram com a sua página ou pessoas que possuem gostos semelhantes. Ou criar audiência a partir de um direcionamento detalhado. Nessa opção, você cria do zero segmentações de público baseadas em gênero, idade, interesses, relacionamentos e muito mais! Nesse caso, você precisa ter em mente a persona do seu negócio e criar públicos baseado nelas.

Escolher o posicionamento dos anúncios

Como já dissemos, o Facebook para Empresas é vinculado a muitas outras redes e ferramentas voltadas para negócios. Então, não é somente sobre como vender pelo Facebook em si, mas sobre como utilizar todas as ferramentas que ele te possibilita para vender melhor nas mais diversas redes afiliadas.

Então, escolher o posicionamento dos seus anúncios é escolher a forma que ele irá aparecer para o público. Você pode escolher se ele será veiculado somente no Facebook, se aparecerá no Messenger e até mesmo no Instagram. E dentro de cada plataforma você pode ainda escolher o formato deles. No Facebook, por exemplo, ele pode aparecer no feed de notícias ou na aba lateral direita. Isso tudo é personalizável na hora de criar o anúncio ou conjunto de anúncios.

Defina o orçamento

Na plataforma de anúncios do Facebook não há um valor fechado para criar suas publicações. Nela, você pode definir quanto quer gastar e por quanto tempo você quer que seu anúncio fique ativo. É claro que isso influencia na quantidade de pessoas que o anúncio irá atingir, porém, investindo um pouco já é possível atingir grandes resultados.

E pronto! Basta aguardar que seus anúncios sejam aprovados pelo Facebook e começar a vender!

Pode parecer muito complexo, mas com o tempo você pega o jeito. E uma dica é, se você quiser saber tudo sobre o Facebook Ads, você pode conferir neste artigo aqui: um guia completo das funcionalidades da plataforma de anúncios do Facebook que te mostra como tirar melhor proveito dela.

Dicas para vender melhor

Se você quer saber como vender pelo Facebook, é preciso avaliar diversos fatores. Além de configurar sua página, sua loja e seus anúncios, você deve se atentar a boas práticas para vender mais ainda!

Use imagens

Imagens chamam a atenção! Uma pessoa tem muito mais chance de clicar em um anúncio que possui uma foto do que um que não tem. Além disso, você pode criar uma identidade visual da sua marca e reforçar sua presença online e seu branding. E olha, se imagens são efetivas, os vídeos são ainda mais…

Use vídeos

Você sabia que consumidores se mostram 4x mais dispostos a assistir um vídeo do que ler sobre um produto? Além disso, pesquisas mostram que a chance de pessoas concretizarem a compra é duas vezes maior se elas assistiram a um vídeo sobre o produto. Vídeos são ferramentas poderosas e muito efetivas para sua estratégia de marketing e vendas.

Use humor

Fazer postagens divertidas pode ser efetivo para chamar atenção do público. É claro que é preciso dosar esse bom humor com o profissionalismo, mas isso não quer dizer que você precisa ser sério o tempo todo! Ser engraçado pode ajudar as pessoas a criar mais identificação com a sua marca, o que significa uma maior fidelização.

Seja sincero!

Por último, lembre-se sempre de oferecer somente o que pode, de fato, cumprir. Essa é uma das partes mais importantes sobre como vender pelo facebook. Frustrar um cliente é a pior coisa que você pode fazer, afinal, além dele nunca mais voltar a comprar com você, ele ainda pode dar feedback negativo e desestimular futuros clientes. Então, seja honesto, sincero e ágil. Ofereça apenas o produto ou serviço que você pode realmente cumprir.

Hoje em dia o Facebook é utilizado para bem mais do que apenas lazer. O número de usuários, alcance e ferramenta para empresas dessa rede tem muito potencial para ser um poderoso aliado para suas vendas.

Daniel Zapparoli

TRABALHO REMOTO

E AGORA? DICAS PARA GESTÃO DE EQUIPES REMOTAS.

Muitos de nós fomos pegos de surpresa com as novas relações de trabalho impulsionadas pela pandemia do novo coronavírus. Com a larga ampliação do trabalho remoto, diversas companhias que nunca haviam pensado nesse modelo agora se veem no meio da gestão de equipes remotas. Claro, se foram pegas de surpresa, existe uma grande chance de que essas empresas não estejam 100% preparadas para lidar com isso.

Gerir equipes remotamente não possui a mesma dinâmica de gerir equipes presenciais e essa é a maior dificuldade que empresas encontram quando começam o trabalho remoto. Porém, existem algumas dicas simples que podem ser adotadas em todas as empresas que podem facilitar e suavizar essa mudança, tanto para líderes quanto para liderados. Neste artigo você pode conhecer algumas delas:

Dicas para uma melhor gestão de equipes remotas

Toda minha empresa está trabalhando remotamente, e agora? 

O primeiro passo é deixar de acreditar que é possível apenas transferir a dinâmica de trabalho do presencial para casa, sem maiores mudanças. Esse é o maior erro que se pode cometer. Quando falamos sobre EAD aqui no blog, a principal dica que damos é sempre entender que a dinâmica de sala de aula não consegue ser replicada no ensino a distância, por isso, o EAD precisa de sua própria dinâmica e de suas próprias metodologias. No caso do trabalho remoto é possível dizer a mesma coisa.

Por exemplo, reuniões longas que acontecem facilmente em salas físicas agora podem não ser a melhor saída. Remotamente, estamos muito mais cheios de distrações e, por isso, é muito mais difícil manter a atenção por muito tempo em uma atividade só. Além disso, quando não estamos vendo as pessoas fisicamente, é muito mais difícil criar uma conexão forte com aquilo que está sendo dito. Ou seja, reuniões de 1h se tornam facilmente maçantes e cansativas, e quando mais longa, pior fica a sensação para os colaboradores.

Para driblar essas dificuldades e ficar atento às nuances específicas do trabalho remoto é possível aplicar algumas técnicas que facilitam a transição. Para começar, é bom pensar no que está sendo ‘removido’ dos colaboradores quando o trabalho sai do escritório e vai para casa e quais as pequenas mudanças que isso acarreta. O mais importante e mais óbvio é, claro, o local de trabalho físico.

Quando se transfere toda uma equipe do presencial para o remoto, é esperado que há uma demora na adaptação das pessoas. A principal acontece por não ter um local físico de trabalho, mas isso não é só pelo local em si, mas tudo que ele tem. Por exemplo, em um escritório, todos estão no mesmo local, o que torna muito mais fácil a formação do sentimento de pertencimento e de equipe. Remotamente isso pode ser um pouco mais difícil. 

Além disso, não estarem todos no mesmo lugar pode tirar um pouco da agilidade e até mesmo diminuir muito a comunicação, que pode também ser um problema para tomadas de decisão e criar mal entendidos. 

É possível também que os colaboradores estejam sentindo falta de uma comunicação mais transparente por parte dos líderes e diretores da empresa, principalmente em tempos de incerteza. 

Veja algumas dicas que podem ajudar a suavizar esses pontos da gestão de equipes remotas.

Ferramentas para comunicação rápida.

Mesmo no escritório, é essencial que as equipes tenham ferramentas que estimulem a comunicação rápida, de preferência, instantânea. Existem diversas ferramentas tecnológicas que podem ser utilizadas para esse fim, como Slack e Hangouts. Esse tipo de solução é muito mais ágil que o e-mail e pode ser utilizada para conversas rápidas e mais simples. Com isso, a autonomia e a tomada de decisão ficam muito mais efetivas.

Ações mais efetivas para reafirmar a cultura organizacional.

A cultura é parte importante de qualquer equipe e qualquer empresa. Quando estamos todos trabalhando no mesmo local fica muito mais fácil criar pequenas ações que ajudam a estabelecer a cultura organizacional. Remotamente isso fica um pouco mais complicado.

Uma dica importante é para que os setores de recursos humanos e afins façam pequenas ações que reconectem os colaboradores com a marca. Aqui na Samba, por exemplo, os colaboradores recebem ligações para conversar e passar impressões não só sobre a empresa, mas sobre o momento que estamos vivendo.

Pequenas ações não exigem muito esforço e podem trazer bastante impacto nesse momento. Mais do que nunca as empresas devem se voltar para a cultura interna!

Entenda a individualidade e a diversidade.

Não estamos vivendo um momento como outro qualquer. É extremamente importante que as empresas, por meio de seus líderes, entendam que o que está acontecendo não é simplesmente empresas passando a operar de modo remoto, é tudo muito maior que isso.

Idealmente, equipes são formadas por pessoas diferentes que contribuam para um ambiente de trabalho diverso e interessante. Para isso, diversos indivíduos estão envolvidos. Mas, claro, quanto mais individualidade, mais formas diferentes de lidar com uma determinada situação.

Os gestores, aqui, precisam mais do que nunca entender e ter paciência com o tempo e o momento de cada um de sua equipe. Algumas pessoas sabem lidar melhor com o trabalho remoto, enquanto outras vão precisar de tempo para se adaptar. E não só isso, diversos sentimentos pessoais estão envolvidos, como o medo e a ansiedade. Tudo isso vai muito além da pura e simples produtividade.

Entenda que em alguns dias as pessoas estão mais tranquilas e produtivas mas que, dentro do cenário, outros dias são mais difíceis. A melhor dica que posso dar aqui é: escute. Esteja aberto a uma comunicação sincera e escute o que os colaboradores estão dizendo, essa é a melhor forma de ter empatia e ajudar a todos navegarem esse momento.

Comunicação clara e transparente ‘de cima para baixo’.

A incerteza também pode ser uma sensação péssima nesse momento, especialmente com a situação econômica ruim se agravando pelo país. Um outro passo importantíssimo para gerir as equipes remotamente é ter uma comunicação bastante transparente sobre o momento da companhia. Muitas vezes, quando as pessoas não sabem o que está acontecendo, podem criar cenários piores dentro da própria cabeça. É uma função importante das lideranças evitar que isso aconteça.

Uma boa dica é promover encontros – online, claro – com a empresa inteira nos quais os líderes apresentam resultados e dão perspectivas do que está por vir. Não deixe que o medo e a incerteza fiquem ainda maior do que já estão. É um momento difícil para todos e as novas relações de trabalho são novidade para muita gente. A adaptação pode demorar, mas, acredite, existem várias formas de conduzir equipes remotas com mais leveza para que o trabalho seja melhor para todo mundo. Tem alguma outra dica que funcionou para você e sua equipe? Compartilhe com a gente nos comentários.

Daniel Zapparoli

EMPREENDEDORISMO DIGITAL: O que é, como começar e razões para se aventurar!

Atualmente, mais do que apenas movidos por bons salários, os profissionais no mercado estão à procura de boas condições de trabalho, comodidade, flexibilidade, e, acima de tudo, de uma atividade que lhes permita se sentir recompensados pelo investimento de tempo e esforço e que gere prazer e satisfação. Bastante em função disso, o empreendedorismo no Brasil tem se fortalecido cada vez mais e as pessoas vêm encontrando novas formas de guiar o próprio negócio. Dentro de situações como estas, é comum que o profissional decida tirar algum sonho do papel, abrindo a sua própria empresa individual.

Além disso, com o acesso a internet cada vez mais simples e a ampliação das possibilidades de atuação nesse ambiente, o empreendedorismo digital surge como nova (e forte) tendência.

Agora, mesmo sem uma equipe grande ou uma estrutura física complexa, é possível começar a empreender. O espaço virtual oferece cada vez mais recursos para que qualquer negócio possa ser executado e, a exemplo de grandes sucessos, como da gigante de moda Dafiti e do iPED, com todos os seus conteúdos educacionais, é possível ser reconhecido com uma marca e um trabalho sem sair muito da realidade online.

O empreendedorismo digital permite que profissionais em geral possam começar um negócio investindo muito pouco financeiramente e que tenham um rápido retorno a partir dos esforços corretos. Portanto, essa é uma atividade que deve ser iniciada com um bom planejamento para que não gere mais frustrações do que lucros.

Ter uma boa noção do mercado em que você pretende atuar, além de referências de outros empreendedores digitais é um bom começo. Entender também que a realidade virtual funciona de forma diferente da física e que isso interfere no modo como as pessoas empreendem, pode ajudar.

E se você quer ter seu próprio negócio, vê o digital como uma boa oportunidade, mas ainda não sabe por onde começar, esse artigo vai ajudar bastante. Aqui você vai conferir o que é empreendedorismo digital, as vantagens de se aventurar nesse modelo, ver dicas para começar, entender conceitos fundamentais e muito mais.

O que é empreendedorismo digital?

Empreendedorismo digital é o ato de criar um negócio que funcione de forma digital, principalmente na internet. Saiba tudo sobre o ambiente digital e entenda como fazer negócios nesse espaço.

Um empreendedor digital é aquele que usa da inovação para criar novos negócios utilizando a internet, podem ser chamados também de “empreendedor da internet”.

Assim como nos empreendimentos offline, quando se trata de empreendedorismo digital, o objetivo da maioria das pessoas é obter lucro e trabalhar com condições de trabalho mais flexíveis e simples. Diferente dos empreendimentos offline, o empreendedorismo digital normalmente pede um investimento inicial menor e não exige uma estrutura física complexa para seu funcionamento.

Um negócio digital pode ser um e-commerce, um marketplace, um portal de cursos, um serviço oferecido online, um blog com conteúdos e muitos outros.

4 motivos para se aventurar no empreendedorismo digital.

O conceito de empreendedorismo digital tem se popularizado cada vez mais no país e existem fortes motivos que podem levar uma pessoa a se aventurar por esse tipo de negócio. Separamos 04 que são bem convincentes:  

1. Crescimento do ambiente virtual e facilidade de acesso a internet.

Com a constante expansão da internet e a crescente facilidade de acesso ao virtual a partir de dispositivos como smartphones e tablets, esse ambiente se torna propício não só para a divulgação de produtos e serviços, mas para a consolidação de empreendimentos totalmente digitais.

Segundo dados do IBGE apresentados no primeiro semestre de 2016, 54% dos brasileiros já têm acesso a internet e a tendência é que esse número continue subindo cada vez mais a medida que a internet se torna mais popular entre pessoas de diferentes faixas etárias e é acessível independente de condições financeiras. Além do mais, de acordo com uma pesquisa do E-bit, apenas nos primeiros 6 meses de 2016 houve um crescimento de 5,2% no comércio eletrônico e os consumidores virtuais ativos também cresceram em 31%, atingindo a marca de 23,1 milhões.

2. Negociações dinâmicas.

No ambiente virtual é muito mais simples realizar negociações e manter um empreendimento dinâmico. Isso porque se elimina a necessidade de encontros presenciais, todas as transações são feitas de forma instantânea e na maioria das vezes não existem questões como horário de funcionamento, disponibilidade de vendedores e etc.

É tudo mais rápido, simples e essa flexibilidade e dinamicidade beneficiam tanto o empreendedor quanto os clientes, que atualmente prezam por simplicidade e rapidez nas negociações.

3. Facilidade de atingir muitas pessoas.

Com cada vez mais gente conectada, é muito mais fácil fazer com que seu negócio consiga impactar diferentes pessoas e que ele ganhe visibilidade a nível nacional e até mundial. As notícias na internet correm rápido!

Enquanto em um negócio tradicional você teria sua atuação bastante limitada por questões como barreiras geográficas e dificuldade de acesso, por exemplo, na internet, com o empreendedorismo digital aliado a boas práticas de marketing e publicidade, você consegue fazer com que pessoas de diferentes partes conheçam seu negócio e comprem dele.

4. Investimento inicial e custos de operação reduzidos.

Estrutura física complexa, muitos funcionários, investimento em equipamentos, mobília e etc… Esqueça isso tudo! Para começar a se aventurar no empreendedorismo digital, algumas vezes você só vai precisar de você mesmo e de um computador. É claro que isso varia de acordo com o tipo de negócio que você pretende criar e com a verba inicial disponível. Porém, em algumas situações é totalmente possível e mais do que suficiente.

Além do mais, com um empreendimento digital, grande parte dos custos que você teria com algo físico passam a não existir, como aqueles referentes a manutenção da equipe, do espaço, deslocamento para realização de reuniões e outros.

Como ser um empreendedor digital?

Por mais simples que pareça, começar a empreender na internet, assim como no modelo tradicional, requer muito cuidado, planejamento e esforço. O investimento financeiro inicial pode até ser menor, mas é importante que se esteja atento ao mercado que você pretende atuar, que se trace estratégias comerciais, de marketing, e que cada passo seja dado de forma inteligente e voltada para gerar lucros ao negócio.

E além disso, três atitudes podem te auxiliar na hora de começar um negócio na internet de forma efetiva:

1. Escolha um nicho de mercado.

Apesar da internet possibilitar que você atinja pessoas de diferentes lugares e com perfis muito variados, é importante que você não tente oferecer um produto ou serviço que sirva para todo mundo, ou ele pode acabar não servindo a ninguém.

Escolha um nicho de mercado. Foque em resolver uma dor específica de um grupo de pessoas e chegue nessas pessoas! Busque uma solução assertiva e efetiva para um problema ou necessidade já identificados.

2. Elabore um plano de negócios.

Estabelecer algumas diretrizes para seu negócio também é extremamente importante. Não adianta apenas começar a empreender na internet sem ter uma definição dos seus objetivos, do que você pretende com o negócio, de como ele vai funcionar e se sustentar ou dos riscos que ele corre.

Nesse momento, é preciso agir de forma calculada para que os primeiros passos do empreendimento sejam dados com segurança. O ideal é que você estude sobre empreendedorismo, organize suas ideias e documente tudo!

Preencher um canvas ou fazer um plano de negócios completo pode ajudar muito. Além de te fazer enxergar as potencialidades de seu empreendimento, eles vão mostrar o que ainda precisa de ajuste, quais os pontos vulneráveis do projeto e indicar como prosseguir de forma ideal.

3. Monetize.

Se você fez um plano de negócios ou preencheu o canvas, provavelmente já pensou nesse ponto. Porém, vale reforçar! Independente de qual é o seu empreendimento digital, pensar em como seu ele vai ganhar dinheiro é extremamente importante e vai ser decisivo para que ele seja um sucesso.  

Mesmo que seu objetivo não seja o lucro, é importante que qualquer empreendimento tenha capacidade de se sustentar sozinho e não dependa de constantes investimentos ou ajudas financeiras. Portanto, pense como o dinheiro vai chegar até seu negócio.

As pessoas vão pagar por um produto ou serviço? Vão adquirir algum conteúdo? Isso vai ser feito de uma só vez ou por uma assinatura mensal? Qual será o preço cobrado? Ele é suficiente para compensar os gastos da empresa e manter o negócio de forma sustentável? Em quanto tempo eu pretendo ter retorno sobre meu investimento inicial? E qual o retorno esperado?

É importante ter tudo isso e outros pontos definidos antes de colocar um empreendimento no ar, ou ele pode fracassar ainda nos primeiros momentos de vida.

O sucesso no empreendedorismo digital, assim como no tradicional, não é algo que vem de um minuto para o outro e exige esforço, dedicação e melhorias constantes. Porém, focar em alguns pontos e compreender outros conceitos do mundo virtual pode ajudar bastante a alcançar bons resultados.

1. Planejamento.

Já dissemos e vamos dizer de novo: planejamento é fundamental para quem quer começar um negócio de forma segura e garantir bons resultados desde o início. E quando falamos em planejamento, ele não deve vir apenas na fase de preenchimento do canvas ou do plano de negócios. Quando pensar em empreender, é importante que você se faça algumas perguntas, como: Eu entendo disso que estou pretendendo oferecer? Posso ser uma referência neste nicho sem ter mais esforços do que recompensas? Eu compraria esse produto ou pagaria por esse serviço? O que eu ofereço é simples de vender e distribuir?

Tudo isso será um enorme diferencial na hora de começar seu negócio e vai ajudar a garantir seu sucesso!

2. Marketing Digital.

Entender de marketing digital e saber aplicar suas principais estratégias é outro ponto extremamente importante.

Quando você abre um negócio em uma rua, precisa que ele se torne reconhecido principalmente nessa rua e em outros pontos estratégicos do bairro e vai utilizar tanto o marketing offline quanto o digital para isso. Afinal, é desses locais que virão a maior parte do seu público e seus potenciais clientes. Porém, com um negócio na internet, como não existem limites para quem pode acessar seu negócio, você precisa garantir que, mais do que impactar muitas pessoas, você consiga impactar as pessoas certas e é o marketing digital que vai te ajudar nisso, por também não ter barreiras quanto ao alcance de público.

Portanto, é necessário que você compreenda de marketing digital, saiba suas diferentes utilizações e conheça as estratégias mais eficientes. A partir disso, é bom estruturar um planejamento de marketing contendo as principais abordagens que sua empresa irá utilizar e os resultados esperados com cada uma. Considere usar diferentes canais e estratégias, com blog, redes sociais, vídeos, e entenda como tudo isso pode ajudar seu empreendimento.

Faça um plano de marketing digital.

Depois de estudar sobre o marketing digital e ver como ele pode ajudar o seu empreendimento online, é hora de fazer um plano de marketing. Assim como o plano de negócios, esse documento irá nortear toda a estratégia do marketing digital da sua empresa. É importante definir suas metas, seus canais, orçamento e, sempre, mensurar resultados para ver o que está dando certo e o que precisa melhorar.

Saiba como divulgar o seu negócio digital.

Grande base do empreendedorismo digital é saber fazer sua mensagem chegar nas pessoas certas pelo canal certo. Por mais que seja fácil superar as barreiras geográficas, é muito importante entender que cada rede possui um público diferente, que se comunica de maneira diferente e tem desejos diferentes, certo? Então, aprenda como divulgar o seu negócio de forma efetiva, atingindo as pessoas certas.

Acredite, muita coisa pode te surpreender! Por exemplo, você sabia que, hoje em dia, o Facebook é utilizado como uma poderosa ferramenta de vendas? Essa rede social, antigamente utilizada somente para entretenimento, já conta com uma ferramenta para empresas, o Facebook Business (Facebook para Empresas) que permite que você monte uma página do seu negócio e até vincule uma loja virtual dentro da própria rede. Além disso, é possível rodar anúncios das suas publicações e alcançar um público bastante qualificado investindo pouco dinheiro. Quer saber melhor como vender pelo Facebook? Então confira nesse artigo tudo sobre o assunto.

3. Análise.

Por fim, outro ponto muito importante para ter sucesso com empreendedorismo digital, é saber utilizar os dados a seu favor. Aprenda a analisar as informações que você tem disponíveis sobre seu negócio e a vê-las além de simples fatos, como oportunidades. E isso vale para todos os pontos do empreendimento: produto, marketing, estratégias de venda e consolidação da marca.

Invista no que está dando certo e tente corrigir aquilo que está rendendo menos do que o esperado. Veja cada ponto como uma possibilidade de investimento e faça muitos testes que te permitam melhorar sempre mais.

E para além desses pontos, nosso CEO, Gustavo Caetano, tem mais três dicas para quem quer se dar bem com empreendedorismo digital. Veja no vídeo abaixo:

Neste material aqui você pode aprender a trabalhar com os dados quando eles vêm de materiais em vídeos.

Ideias de negócio digital.

E-commerce.

Um e-commerce, também chamado de loja virtual, é, provavelmente, um dos modelos mais antigos de empreendimento digital. Loja virtual, comércio eletrônico e e-commerce são termos que descrevem a mesma coisa: um site que facilita a compra e a venda de produtos no ambiente online.

Em muitos aspectos uma loja virtual se assemelha a uma loja física, como no controle do estoque, logística de pagamentos entre outros, mas, com certeza, o investimento inicial para abrir uma loja online é muito menor.

O ponto chave para focar ao abrir uma loja virtual é a segurança do negócio. Se o seu possível cliente estiver em um ambiente online que considera inseguro, dificilmente irá concretizar a venda, já que precisa enviar dados pessoas e financeiros. Garantir que a sua loja virtual é segura e transparecer isso para os clientes é fundamental.

Infoprodutos

Uma outra maneira de ser um empreendedor digital é trabalhando com infoprodutos. Os infoprodutos são materiais no estilo e-book, infográficos e até vídeo-aulas que servem para educar um mercado sobre um assunto específico. Por exemplo, você pode escrever um e-book sobre ‘como melhorar suas vendas online’ e cobrar um preço por ele.

Pense só, a internet, hoje em dia, é uma das principais fontes de pesquisa. Por isso, sempre alguém está procurando como aprender algo. Se você é especialista em algum assunto, pode ser uma excelente maneira de começar a lucrar com isso pela internet.

E olha, as oportunidades para o empreendedorismo digital são muitas e estão em constante crescimento. Você pode investir em um blog profissional, um site especializado, uma franquia digital, em programa de afiliados e muito mais. As ideias de negócios são muitas e cada uma tem a sua vantagem!

Vender cursos e conteúdos em vídeo: um negócio digital lucrativo.

Já é mais do que claro que os vídeos online são tendência no mercado, certo? Muita gente já utiliza os vídeos como fonte de renda de diversas formas, com canais de entretenimento, cursos livre a distância, tutoriais e muito mais. Canais de vídeo podem ser muito lucrativos, mas não da forma que você imagina!

Você sabe quanto ganha um YouTuber? Pois é, muitas pessoas acham que fazer vídeos para o YouTube é uma forma certeira de ganhar muito dinheiro na internet, mas não é bem assim.

Especialmente agora, com as novas regras de monetização da rede, para conseguir ganhar dinheiro com os vídeos nesta plataforma é necessário um conteúdo praticamente viral e, no mínimo, 1.000 inscritos.

Então como é possível ganhar dinheiro com vídeos na internet? A resposta é simples: investir em uma plataforma profissional.

Em uma plataforma profissional, você consegue colocar seus vídeos e ganhar dinheiro com eles desde a primeira visualização. Por exemplo, você grava um curso de maquiagem em casa e, nessa plataforma profissional, consegue vender os seus vídeos. É possível, também, criar um canal de vídeos e cobrar um valor de assinatura mensal dos clientes, assim como os gigantes Netflix e HBOGo.

Para isso, você pode usar uma plataforma pronta para vender cursos e conteúdos, ou criar seu próprio site/media center integrado à uma plataforma de vídeos.

O Samba Play, por exemplo, é uma ferramenta por meio da qual você pode vender seus materiais em vídeo tanto pelo modelo de assinatura, quanto pelo pontual. A Samba oferece toda a estrutura tecnológica, o media center personalizado, a plataforma de pagamentos, e você só precisa se preocupar com os conteúdos e o lucro.

Você pode conhecer a plataforma e fazer um tour por ela clicando aqui!

E para pensar em porque esse modelo de empreendimento digital dá certo, basta olhar com cuidado o caso do Netflix no Brasil. Com tanto conteúdo pirata disponível e fácil de ser acessado, quem diria que um portal pago fosse fazer tanto sucesso? A questão é que as pessoas perdiam muito tempo procurando por algo que valesse a pena assistir e quando achavam, ainda tinham que se preocupar com questões como qualidade do arquivo, segurança do computador, vírus e isso era chato, difícil e demorado. Então, quando o Netflix chegou oferecendo milhares de filmes e séries em um só lugar, por um preço mensal acessível e garantindo segurança e qualidade de exibição, ele logo conquistou seu lugar no coração dos amantes do cinema e se tornou um sucesso.   

Portanto, se você produz conteúdo educacional relevante ou tem conhecimentos profundos sobre determinado assunto, porque não compartilhar isso com as pessoas e ainda conseguir uma nova fonte de renda através do empreendedorismo digital? 

As oportunidades existem e são bastante interessantes tanto para quem já produz conteúdo de forma gratuita, quanto para quem quer começar a se aventurar no mundo dos vídeos.

Aqui temos alguns conteúdos que podem te ajudar a amadurecer a ideia e começar já a ganhar dinheiro com vídeos:

E então? Pronto para começar seu negócio no mundo online? Investir em um empreendimento digital pode ser a melhor opção para quem quer ter seu próprio negócio com um investimento inicial reduzido e lucros bastante significativos. E agora é o melhor momento para se aventurar no empreendedorismo digital. Aproveite!Pense em trabalhar com vídeo e em vender seus próprios cursos ou conteúdos online. 

Daniel Zapparoli

SISTEMA DE GESTÃO – ERP

O que é um Sistema ERP?

Obviamente que temos que começar este Guia com uma detalhada denominação sobre o que é um Sistema ERP, ou Software de Gestão Empresarial.

Se nos atermos à sua definição, a palavra vem do inglês, Enterprise Resource Planning, que significa exatamente Sistema de Gestão Empresarial. Detalhando mais esta definição, temos que um ERP nada mais é do que um software que automatiza os principais processos de uma empresa.

Com esta automatização, há uma integração entre áreas e departamentos como Vendas, Financeiro, Cadastros, Notas Fiscais, Estoque, Compras e Relatórios de forma simples, fácil e objetiva.

Se olharmos para esta definição, naturalmente, há uma clareza de ideias sobre o que significa e o que é um ERP, ou seja, sua utilidade é automatizar processos de uma empresa.

Mas, na verdade, um Sistema de Gestão Empresarial é muito mais do que isto. O entendimento do que realmente representa um ERP para uma organização não está totalmente representado nesta definição.

Só por ela, surgiriam muitas dúvidas, do tipo “porque implantar um ERP em minha empresa?”, “qual relação custo benefício?”, “se estou trabalhando bem com planilhas, porque adquirir um ERP?” e muitas outras relacionadas.

Assim, se queremos definir bem “O que é um  ERP” se faz necessário aprofundar muito mais em sua definição básica. Sua principal competência está no fato de interligar todos os dados e processos de sua empresa em um único lugar, centralizando-os.

Perceba isso na prática: um gestor tendo acesso a tudo que acontece em sua empresa em um único local; colaboradores tendo acesso às informações pertinentes ao seu departamento e de outros coligados em tempo real.

Claro que todas as decisões seriam colocadas em prática muito mais rapidamente e o ganho de tempo seria incrivelmente alto. Só isso, só ganho de tempo? Há um ditado que diz que “…tempo é dinheiro…”, mas um ERP não garante apenas agilidade nas decisões e ganho de tempo.

Vale lembrar que todos os setores do seu negócio poderão ser geridos de um mesmo local de qualquer dispositivo, com total segurança e praticidade. Assim, departamentos distintos trabalharão totalmente sincronizados, reduzindo a quase zero possíveis retrabalhos e com uma visão do negócio como um todo.

Para concluirmos este item, podemos perceber, ao aprofundarmos a matéria, que um ERP dá muito mais autonomia gerencial, viabiliza a tomada de decisão, minimiza erros, agiliza processos reduzindo-os inclusive, diminui o tempo operacional e, por consequência, reduz drasticamente os custos.

Um Resumo Breve da História do ERP

O desenvolvimento do sistema ERP surgiu pela necessidade de aplicação prática da tecnologia nos processos empresariais dos mais variados nichos. Iniciou-se há mais de 100 anos.

Inicialmente, criou-se o modelo EOQ (Economic Order Quantity), idealizado pelo engenheiro Ford Whitman Harris e servia, mais especificamente, para programar a produção de uma empresa/indústria.

Este sistema representou uma grande evolução tecnológica na época e foi utilizado por décadas. Tempos depois, a fabricante de ferramentas Black & Decker começou a adotar uma solução tecnológica diferente que visava planejar de forma mais eficiente todas as necessidades de materiais.

Este novo método ficou conhecido como MRP (Material Requirements Planning). Ele utilizou, na verdade, alguns conceitos do EOQ que foram integrados a um computador utilizado pela organização.

Novamente, tal solução foi utilizada por outros tantos anos. Nota-se, já aqui, que se buscava na tecnologia soluções para diversos processos de uma organização empresarial, visando já reduzi-los, otimizá-los.

Somente em 1983 foi desenvolvida uma nova metodologia intitulada agora como MRP II (Manufacturing Resource Planning). Já era o berço do ERP.

O MRP II adotava módulos diferenciados e componentes da arquitetura de um software, com o objetivo prático de conseguir integrar diversas atividades de uma companhia, principalmente as relacionadas às compras e ao gerenciamento de contratos da mesma.

Havia também, com o MRP II, a providencial integração de dados e o compartilhamento de informações com inúmeros departamentos da empresa e com isso já conseguia-se viabilizar a produção e reduzir os desperdícios. Era a “luz no final do túnel” para redução de custos e ganho de tempo.

O MRP II evolui muito ao longo dos tempos e seus conceitos eram empregados em diferentes atividades empresariais e muitas organizações já o buscavam no mercado para aderirem às suas soluções tecnológicas.

Como sua base também era construída através de módulos, houve grande incremen tação à ferramenta que passou a incorporar setores de finanças, RH e inclusive de vendas.

Por volta de 1990, ou seja, 7 anos depois o MRP II passou a ser denominado ERP, Enterprise Resource Planning.

Porque é importante conhecer a história do ERP? Porque através dela é possível compreender que estas soluções tecnológicas estão em constante evolução na intenção de oferecer cada vez mais funcionalidades e benefícios aos mais diferentes nichos de negócios.

É importante também para que percebamos que o ERP ainda vai evoluir muito, já vem evoluindo com disponibilidades na nuvem, por exemplo, que proporcionam o acesso vital às informações de uma organização em qualquer lugar do mundo, em tempo real, bastando ter um dispositivo conectado à internet.O mercado muda, as necessidades de soluções mudam, tudo muda muito rapidamente e a tecnologia vem, a seu modo, acompanhando esta evolução

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Daniel Zapparoli

10 FERRAMENTAS DE PRODUTIVIDADE: para quem quer trabalhar por conta própria.

“Quer trabalhar por conta própria, mas precisa melhorar seu foco e produtividade? Estas 10 ferramentas podem ajudar.”

Trabalhar por conta própria é o sonho da grande maioria dos brasileiros. Ter flexibilidade para decidir horários, trabalhar em casa e sem ninguém te cobrando resultados são algumas das grandes vantagens de quem opta por este estilo de vida.

Não é atoa que a quantidade de trabalhadores que querem começar seu próprio negócio está aumentando. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a proporção de pessoas que trabalham por conta própria entre o total de ocupados, aumentou de 17,9%, em janeiro de 2013, para 19,8% em novembro de 2015. E segundo o IBGE, 700 mil pessoas iniciaram algum projeto próprio em 2015.

No entanto, para que o sonho não se transforme em pesadelo, é indispensável ter consciência da responsabilidade que esta decisão exige, afinal de contas, trabalhar por conta própria não é apenas sobre ter liberdade de tempo e dar adeus ao patrão, e sim sobre você ser o responsável direto pelo crescimento do seu negócio e aumento da sua renda.

Eu mesma confesso que já tentei algumas vezes montar um negócio próprio, e sei bem a dificuldade que passamos. O peso de cada decisão influencia diretamente no futuro do negócio. Mas, engana-se quem pensa que apenas quem tem um negócio próprio precisa de ter uma postura empreendedora. Empreender é ter capacidade de realização, e você pode aplicar os mesmos conceitos, mesmo trabalhando dentro de uma empresa.

Hoje, eu trabalho no marketing da Samba, e considero que tenho uma postura empreendedora em meu dia a dia. Eu sinto a responsabilidade e a importância que meus processos têm sobre futuro da companhia. E este é um dos motivos que me fazem estar sempre atenta às novidades e procurar novas formas de otimizar minhas atividades diárias e me tornar cada vez mais produtiva.

Por isso decidi compartilhar com vocês algumas ferramentas que eu uso diariamente. Todas as ferramentas que vou apresentar a seguir foram testadas por mim. Acredito que elas também vão ajudar muito vocês! Vamos lá? 🙂

10 ferramentas indispensáveis para quem quer trabalhar por conta própria

#01 Toggl

Trabalhar por conta própria vai exigir organização e um ótimo gerenciamento de tempo. Uma ótima ferramenta que pode te ajudar nesta tarefa é o Toggl, um aplicativo de “time tracking” que permite medir o tempo dedicado em cada atividade, podendo até segmentar cada tarefa de acordo com o projeto e o cliente.

A ferramenta está disponível no desktop e no celular, e é bem fácil de usar. Para começar, basta escrever o nome da tarefa e clicar em “start”. A escolha do projeto e do cliente é opcional. Se precisar de paralisar alguma atividade, quando for retomá-la, basta clicar no “continue”. E se você se esquecer de contabilizar determinada tarefa, é possível inseri-la manualmente. No painel de controle você confere as horas trabalhadas ao longo da semana ou do mês, e a dedicação investida em cada projeto ou cliente.

Existem ainda outras funcionalidades e recursos adicionais, como relatórios detalhados e a possibilidade de diferenciar as horas comuns das “cobráveis”, mas para isso, é necessário fazer o upgrade para o plano pago, que custa cerca de 9 dólares por mês.

#02 Trello

Quem nunca se perdeu em meio a tantas tarefas e atividades devido a falta de organização? Para evitar que isso aconteça com quem quer trabalhar por conta própria, existe o Trello, uma ferramenta de gerenciamento de projetos em listas. Ela é bem versátil e se adapta facilmente às necessidades de qualquer usuário, seja para organizar as tarefas, os restaurantes preferidos, os planos de viagem, as leituras, e o que mais você achar necessário.

Você pode acessar o Trello tanto via web (sem necessidade de qualquer tipo de instalação), quanto via aplicativo, e ele é totalmente gratuito, apesar de existirem alguns planos pagos com algumas funcionalidades extras.

Crie diferentes boards, ou quadros, com listas e informações dispostas em colunas que você pode personalizar da forma que achar mais interessante. Estas colunas contêm cards altamente personalizados em que você adiciona as suas tarefas e todas as informações como descrição, data de entrega, etiquetas, membros e pode até incluir um anexo. Eles podem ser movimentados entre as colunas do mesmo board e basta arrastá-los para fazer transição. Acredite, é bem fácil de usar e vai te ajudar muito na organização dos seus projetos!

#03 MailTrack

Quantas vezes você já enviou um e-mail e nunca obteve uma resposta? E pior: algumas vezes não é nem possível saber se o destinatário visualizou a mensagem. Este é um cenário bem comum para quem trabalha enviando um alto volume de mensagens por dia, não é mesmo? Mas não para quem faz uso do MailTrack, uma extensão para os navegadores Google Chrome, Opera e Firefox que permite rastrear e-mails enviados pelo Gmail e saber quando eles são abertos pelos destinatários.

Além da informação sobre a leitura do e-mail, também é possível saber o horário exato da leitura, a localização de quem abriu, e o dispositivo em que a mensagem foi lida. Ajuda muito quem quer trabalhar por conta própria, não é mesmo?

#04 Snapseed

Fotos fazem parte do seu trabalho? Então capriche no enquadramento, na iluminação e faça belas imagens. Para deixá-las ainda mais interessantes, você também pode editá-las e aplicar vários filtros. Para isso, existe o Snapseed, um aplicativo disponível para Android e iOS que é super completo e permite fazer edições de alto nível e transformar uma foto simples em uma excelente imagem.

Apesar de estar em inglês, o app é bem simples de usar e oferece vários recursos e possibilidades de edição de imagens. Ele é realmente muito bom e um dos mais completos que eu já vi (e olha, eu já usei vários, viu!). Um ponto que merece atenção é a facilidade de usar o app, já que ele não tem muitos menus e os controles funcionam somente com um toque na tela, arrastando para um lado ou outro. Vale muito a pena experimentar as possibilidades de edição que o aplicativo oferece.

#05 Canva

E se você pudesse criar layouts e imagens de forma rápida, sem precisar da ajuda de um designer? Saiba que essa possibilidade já existe e se chama Canva. Com esta plataforma fica fácil criar peças para o dia a dia, como: postagens em redes sociais, alteração da capa no Facebook, imagem de promoção de algum item no site da empresa, entre tantos outros. E o melhor: o serviço é gratuito, somente algumas ferramentas são pagas.

Através do Canva você seleciona formas, fundos, escolhe fontes para inserir textos, tudo de forma intuitiva, no melhor estilo “drag and drop” (arraste e solte). Além disso, a ferramenta disponibiliza templates prontos, para inspiração ou adaptação. Lembrando que é uma ferramenta para criar peças rápidas, então se precisar de algo mais elaborado, o jeito é recorrer ao Illustrator ou a um bom profissional de design.

#06 Pocket

Alguma vez, enquanto você navegava pela internet, já encontrou algum texto bem interessante, mas que você não podia ler na hora? É aí que entra o Pocket, um aplicativo que permite gravar qualquer link (vídeo, texto, etc.) para acessá-los mais tarde, seja no smartphone, no tablet ou no computador através do aplicativo web ou de uma extensão do chrome. O conteúdo é sincronizado automaticamente para que você possa acessar mesmo sem conexão de internet.

O Pocket promete armazenar e organizar tudo dentro do seu smartphone, tablet ou computador, para que você carregue aonde for e possa acessá-los facilmente. Eu achei bem importante falar sobre esse app, pois se você quer trabalhar por conta própria, deve saber que é muito importante se manter atualizado sobre o mercado e nesta tarefa, nada melhor que o pocket para te ajudar!

#07 Coogle

Trabalha com atividades que exijam criatividade e desenvolvimento de ideias? Saiba que os mapas mentais tornaram-se uma ótima forma desenvolver e colocar ideias em prática, pois eles exibem os nossos pensamentos de uma forma bem visual e clara. O Coggle é a ferramenta certa para te ajudar a criar mapas mentais de forma rápida e armazenar todas as suas ideias em um único espaço, além de oferecer vantagens, como a inserção de imagens e a possibilidade de dar permissões para outras pessoas para criar um mapa de forma colaborativa.

Claro que ela não é a única ferramenta disponível para criar um mapa mental, porém, ela é gratuita, algo que eu considero bem importante, e acho que vocês também!

#08 Google Calendar

Por mais que o Google Calendar seja uma ferramenta amplamente conhecida, eu fiquei pensando… Como fazer uma lista de ferramentas para quem quer trabalhar por conta própria, sem citar essa? Não tinha jeito.

O Google Calendar, disponível na web e também em aplicativo, é bastante útil para qualquer pessoa que precise organizar seus compromissos e atividades do dia a dia, já que ele funciona como uma espécie de agenda virtual, em que você pode criar várias agendas diferentes e marcar todos os seus compromissos nela. Você será notificado, através do seu celular ou de um e-mail, antes de seu compromisso começar. Todos que possuem uma conta no Gmail já possuem também uma conta no Google Calendar.

Além disso, ele te oferece a opção de tornar sua agenda pública, que pode ser compartilhada com outros usuários, e eles poderão alterar e cadastrar compromissos nela. Há vários motivos para usar uma ferramenta como esta, principalmente por trazer facilidade a qualquer pessoa com a vida um pouco atribulada, que precise de uma ferramenta mais versátil e funcional para organizar sua agenda.

#09 Dropbox

Essa é outra ótima ferramenta bem conhecida, mas que, mais uma vez, eu não consegui deixar de fora desta lista. Se você é do tipo que tem imagens, músicas e documentos espalhados entre seu computador pessoal, profissional, smartphones e tablets, por meio do dropbox, você consegue centralizar tudo no mesmo lugar, e o mais importante, acessar de onde estiver, em vez de ficar mandando para si mesmo arquivos por e-mail, ou salvando-os em pen drive ou no HD externo. Esse é o poder das nuvens!

O dropbox é um serviço que permite que você salve seus arquivos automaticamente em todos os seus computadores e dispositivos e também no site do Dropbox. Quando você acessar a pasta em seu computador pessoal, ela sincronizará com a “nuvem” e em poucos minutos você terá aquele mesmo arquivo do trabalho na sua casa. E ele também facilita o compartilhamento de seus arquivos com as outras pessoas.

Assim que você cria a sua conta, você recebe gratuitamente 2GB de espaço, o equivalente a muito pen drive que tem por aí. E você pode ir comprando mais espaço à medida que for necessário. Ou se cadastrar através deste código aqui e ganhar o bônus de 500MB de espaço (Eu não podia perder esta oportunidade, né gente!)

#10 Negocie App

Você gasta muito tempo elaborando, organizando e enviando propostas? Esse cenário faz parte da vida de muita gente que trabalha por conta própria, seja em seu próprio negócio ou como freelancer. Mas, saiba que você consegue simplificar o gerenciamento de propostas de forma simples e segura, através do Negocie.

Crie suas propostas e envie diretamente aos seus clientes, saiba quando elas foram visualizadas, se foram aprovadas ou recusadas e negocie diretamente dentro do sistema. Use também os templates editáveis para criar e editar suas propostas com facilidade dentro do sistema. É simples, fácil de usar e muito útil!

A ferramenta também arquiva todas as propostas enviadas através de um histórico e oferece relatórios de como andam as suas negociações. A única notícia não tão boa é que a ferramenta é paga, mas você pode testá-la gratuitamente por alguns dias.

Dica Bônus: Spotify

Quem trabalha por conta própria, rala muito, e para tornar o seu ambiente de trabalho mais agradável, uma música vai muito bem! É por isso que reservei um espaço para falar também sobre o Spotify, um serviço de streaming de música, que fornece conteúdo provido de restrição de direitos digitais e que tem uma extensa discografia.

Há um plano gratuito em que você consegue ouvir todas as músicas disponíveis, porém com algumas propagandas. Mas, se você for do tipo heavy user, existe o plano pago que vale super a pena, e você não será incomodado pelos anúncios entre uma música e outra. Há também uma série de outras vantagens que vale a pena conhecer!

Estas são as minhas sugestões de ferramentas para ajudar a controlar processos e se manter mais organizado e produtivo em suas atividades do dia a dia. Espero que ajude todos que queiram trabalhar por conta própria e colocar a mão na massa e tirar seus projetos do papel, rumo ao sucesso!

O importante é nunca ficar parado e estar sempre atento às novidades. Com foco e perseverança você vai conseguir alcançar ótimos resultados!E aí, gostou das ferramentas? Sabe de alguma que não está na lista, mas que com certeza tem muito a acrescentar? Deixe o nome nos comentários! 🙂

Daniel Zapparoli

TRANSFORMAÇÃO ÁGIL: O que é e porque ela é importante.

Você já ouviu falar em transformação ágil? A expressão tem se tornado cada vez mais comum, mas vários profissionais ainda possuem dúvidas sobre o seu verdadeiro significado. 

Com a ascensão das buscas por transformação ágil, surgiram também publicações, artigos e empresas que oferecem “fórmulas mágicas” com a promessa de que essas fórmulas são capazes de servirem à diversos negócios e à diferentes projetos, bastando seguir um passo a passo engessado. 

Deixe as “fórmulas mágicas” de lado. Neste artigo você conhecerá mais sobre o verdadeiro conceito de transformação ágil e como a sua empresa precisa começar a se atentar às mudanças exigidas pelo mercado. Boa leitura! 

O que é transformação ágil? 

Não é difícil olhar ao redor e encontrar empresas que sejam exemplo de inovação. Negócios como o Uber modificaram a maneira como os cidadãos enxergam o transporte e a contratação de motoristas particulares, por exemplo, assim como a Netflix alterou a percepção que os consumidores possuíam sobre assistir televisão, ir ao cinema ou alugar filmes. 

As novas tecnologias trouxeram à tona transformações digitais que movimentaram e continuam movimentando não só as empresas, como o dia a dia dos consumidores. Tais avanços são capazes de pressionar as empresas, sejam elas tradicionais, ou as que acabaram de ser fundadas, a estarem preparadas para constantes mudanças. 

Mesmo empresas já consolidadas, que pareciam estar dominando um mercado intocável, estão se vendo obrigadas a se reinventar para sobreviver em um tempo cada vez mais competitivo. Se não houver mudança, novas empresas vão surgir e tomar o espaço do mercado rapidamente. 

Neste ponto já é possível perceber o quão a transformação digital está relacionada a transformação ágil. As organizações têm enfrentado desafios cada vez mais constantes para que consigam oferecer produtos e serviços que realmente atendam às expectativas dos seus clientes. 

Para que as empresas consigam atender às necessidades de seus clientes, é preciso que elas passem por movimentações rápidas, realizando mudanças que as permitam sobreviver em um mercado crescentemente competitivo. 

Somente as empresas com equipes pautadas na transformação ágil, conseguem se adaptar rapidamente para serem capazes de satisfazer o desejo demandados pelos seus clientes. Empresas com a verdadeira transformação ágil, são aquelas organizações capazes não apenas de atender uma demanda específica, mas sim aquelas que entendem que os desejos e necessidades de seus clientes passam por constantes mudanças e por isso são capazes de acompanhar essas transformações. 

A transformação ágil vem sendo uma opção para muitas equipe e empresas de tecnologia, com ela é possível ter entregas mais ágeis e assertivas. 

Como incentivar a cultura da transformação ágil dentro de uma empresa? 

Nós já deixamos claro que não existe uma fórmula mágica que permita que as empresas tenham a capacidade de realizar mudanças de maneira veloz. O principal ponto é estar de olho no mercado e manter o objetivo fixo de atender os desejos dos seus clientes. De toda forma, é possível se atentar a alguns pontos que funcionam como chaves para uma cultura empresarial pautada na transformação ágil. Listamos os principais tópicos abaixo, veja: 

1. Saiba definir quais são as prioridades da organização.

Muitas empresas ainda mantém o hábito de começar muitos projetos e terminar poucos, deixando um backlog extenso de trabalhos não acabados. É muito importante pensar em uma priorização de projetos para que cenários como esse sejam evitados. 

Faça o planejamento já levando em conta todas as alterações que podem surgir ao longo do processo. É muito importante que as equipes saibam identificar quais são as prioridades e, claro, entender que as prioridades mudam. 

Apesar disso, vale ressaltar a necessidade de se tomar cuidado com as alterações quando estas se tornam constantes. Mudanças nas prioridades são bem-vindas, mas mudanças demais podem ser um sinal de que há uma visão deturpada sobre o projeto. 

Na hora da priorização, leve em conta os objetivos da organização e tente manter o foco ao longo de toda a entrega. 

2. Tenha cuidado com os prazos.

Outro ponto de grande importância quando se fala em transformação ágil é o prazo, afinal de contas o ágil não faz parte dessa expressão em vão. 

Quando as empresas não prezam pela priorização, podem acabar criando prazos infundados, estabelecendo entregas que demoram demais e com vencimentos inadequados. 

É preciso tomar cuidado em duas vias quando o assunto são os prazos. É claro que quanto antes o trabalho for entregue, melhor, mas neste aspecto, tente pensar na qualidade e na necessidade das entregas. Uma entrega que precisa de uma qualidade maior deve ser pensada com um prazo adequado, para que, no futuro, não haja necessidade de retrabalho, o que nos leva à terceira dica. 

3. Fique de olho na qualidade das entregas.

Não adianta nada criar produtos de maneira acelerada se as entregas possuem uma baixa qualidade. O consumidor está atrás de soluções que o auxiliem em suas necessidades e desejos, buscando sempre pelo melhor produto ou serviço, desde que este se encaixe em seu orçamento. 

Criar soluções mal acabadas ou de baixa qualidade, pode significar prejuízos para empresa, principalmente quando se pensa em recall de produtos ou a urgência de criar novas soluções do zero, fatores que atrasam a criação de novos produtos, fazendo com que o ciclo vire uma grande bola de neve. 

4. Aproxime as diversas áreas dentro da empresa.

Uma empresa é formada por diversas áreas, cada uma com suas responsabilidades e especialidades. A cultura da transformação ágil exige que todas as áreas de uma mesma empresa estejam alinhadas de maneira estratégica. 

Quando todos os profissionais sabem por qual caminho seguir, levando em conta os objetivos macro da organização, é muito mais simples que mudanças ocorram de maneira mais fluida e intuitiva. 

Além disso, a aproximação entre as áreas de uma empresa permite que não haja desalinhamento, evitando definições incompletas, prazos incorretos e possíveis retrabalhos. 

5. Sempre que possível, automatize os processos.

As novas tecnologias modificaram a maneira como as pessoas interagem entre si e com as marcas. O uso das novas tecnologias, adaptadas às necessidades das organizações, é muito importante para que as empresas cresçam de maneira acelerada. 

Aproveite essas tecnologias para criar soluções automatizadas para processos manuais, permitindo que o tempo dos colaboradores seja cada vez melhor aproveitado. Muitas das tarefas do dia a dia de uma empresa são bastante operacionais e levam muito tempo para serem executadas. Ao olhar para essas tarefas através de um olhar mais estratégico, é possível pensar em automatizações que facilitem esses processos. 

6. Não esqueça de cuidar do seu time.

O maior bem de qualquer organização é o seu capital intelectual. Por mais automatizada que seja, nenhuma empresa funciona sem os seus colaboradores, por isso leve em conta o bem-estar deles. 

Aqui, vale a pena recorrer a diversos recursos, treinamentos, palestras, benefícios, ou qualquer ferramenta que seja capaz de melhorar a autoestima dos seus colaboradores. Empresas com funcionários motivados produzem muito mais e de forma mais efetiva. 

Conclusão

Nenhuma mudança é fácil, mas com a cultura da transformação ágil dentro da sua organização, esse processo será cada vez menos dolorido. Quando todas as áreas de uma empresa, não só os diretores e gestores, mas também todo o quadro de colaboradores, entendem os benefícios de estar aberto a mudanças e conseguem agir de forma rápida para que essas mudanças aconteçam, a empresa consegue caminhar de forma acelerada, cumprindo com seus desejos e objetivos. 

Daniel Zapparoli

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL nas empresas: o que é e como aplicar.

Com certeza você já se deparou com um artigo ou uma matéria falando sobre a necessidade da transformação digital nas empresas, independente do porte. Acontece que essa tendência não é nova – as primeiras menções ao termo surgiram no final da década de 1990, mas ainda pega muitas pessoas de surpresa. No Brasil, por exemplo, o fenômeno ganhou mais força nos últimos anos e passou a ser prioridade com a recente pandemia do novo Coronavírus.

Segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre março e junho de 2020, mais de 700 mil empresas encerraram suas atividades por conta da crise instalada pelo novo Coronavírus, sendo que 99,8% delas são de pequeno porte. O número, em apenas quatro meses, é maior que a média anual de fechamento de empresas, que gira em torno de 600 mil, de acordo com o Sebrae.

Um dos motivos mais frequentes para o encerramento das empresas,  segundo estudo realizado pela CBInsights, é a resistência à mudanças e falta de consideração do mercado atual. 

Nesse cenário, a transformação digital se faz ainda mais importante, visto que o consumidor está adequando seus hábitos para um mundo cada vez mais conectado. 

O que é transformação digital? 

O termo transformação digital tem ganhado a atenção de diversas organizações espalhadas pelo mundo. Independente do setor de atuação, qualquer empresa consegue aplicar a transformação digital em sua estrutura, se tornando uma empresa mais ágil, mais eficaz e, também, com melhores processos otimizados por meio, principalmente, da tecnologia.

A transformação digital, porém, passa de um desejo para uma necessidade quando o mercado exige que os processos dentro das organizações sejam mais digitais. Empresas que surgiram antes da popularização da internet, por exemplo, enfrentam um desafio maior, uma vez que as regras e processos dentro do negócio mudaram. Dessa forma, se atualizar passa a ser primordial para que a empresa continue funcionando. 

A transformação digital muda a estrutura de uma organização, colocando a tecnologia como essencial. Assim sendo, as empresas investem em tecnologia buscando um retorno positivo sobre este investimento. Porém, é importante também entender que somente introduzir tecnologias não transforma a empresa. Antes de alterar processos e implementar novas tecnologias, é importante fazer um diagnóstico da situação atual da organização, entender como anda a cultura empresarial e, depois, aprender como os novos processos de transformação digital se enquadram na sua realidade.

Em resumo, a transformação digital é um fenômeno que utiliza tecnologias digitais para resolução de problemas e melhoramento de diversos aspectos, vai desde uma melhora na produtividade e desempenho dos funcionários até garantir melhores resultados e lucratividade.

Transformação digital X geração Z

Você já ouviu falar da geração Z? Ela é formada por pessoas que nasceram após o ano de 1995 e são consideradas pelos estudiosos como nativos digitais — ou seja, pessoas que nasceram e cresceram com a tecnologia fazendo parte de seu dia a dia. 

Por ser uma geração que já nasceu cercada por dispositivos digitais, as pessoas da geração Z cobram por mudanças nas empresas, exigindo que elas se adaptem e entreguem produtos cada vez mais tecnológicos. 

Hoje em dia, grande parte da geração Z já está inserida no mercado de trabalho, o que significa que as organizações precisam estar preparadas para lidar com esse novo tipo de colaborador internamente e, claro, consumidor externamente.  

É importante que as empresas consigam oferecer tecnologias capazes de melhorar a experiência desses usuários, oferecendo soluções práticas para os problemas diários dos consumidores. 

Importantes lições para entender melhor a transformação digital 

Como dissemos no início do texto, a transformação digital ainda causa muitas dúvidas, em alguns empresários, que não conseguem enxergar como todas essas mudanças podem se encaixar nos negócios deles. 

Porém temos certeza que as novas tecnologias, associadas a metodologias ágeis, podem realizar mudanças estruturais, gerando impacto positivo e crescimento sustentável aos negócios. Um exemplo disso é que 43% das PMEs brasileiras, com até 250 funcionários, adotaram novas tecnologias para possibilitar o trabalho à distância e evitar prejuízos, de acordo com o estudo da plataforma Capterra/Gartner. 

Por isso, vamos compartilhar as principais lições de transformação digital que aprendemos lidando com projetos de diversos segmentos.

A transformação digital é caminho sem volta

Se você está preocupado que a transformação digital seja mais um fenômeno passageiro, pode ficar tranquilo, pois não é. Os relacionamentos e as interações pessoais estão cada vez mais digitais, afetando o comportamento do consumidor. Por isso, estamos falando de um caminho sem volta.

O isolamento causado pela pandemia do novo Coronavírus fez com que muitas empresas colocassem a digitalização como prioridade e elas estão começando a colher os frutos disso. Entretanto, esse processo é uma jornada, com diversos passos e marcos, que vão ocorrendo ao longo do tempo, seja com o auxílio de novas tecnologias, melhorias nos processos e  mudanças no modelo de negócios.

Comportamento do consumidor cada vez mais digital

Você se lembra como pedia pizza há cinco anos? Ou como assistia filmes e séries? O tempo passou e nem percebemos como nosso comportamento se modificou. No início eram apenas compras esporádicas pela internet; em seguida, já pagávamos boletos e hoje em dia fazemos quase tudo por meio de um smartphone. Além disso, o conteúdo audiovisual ganhou ainda mais força, com transmissões ao vivostreaming, e até live commerces

Diversos fatores econômicos, sociais, culturais e psicológicos contribuem para que nosso comportamento seja alterado. As empresas, por sua vez, precisam entender como os clientes delas agem e se fazerem presentes e acessíveis a esse público. O caminho que cada uma deve percorrer varia de acordo com o público, o mercado e a solução oferecida. Porém é preciso ter em mente que a tendência é que as jornadas de compra se tornem cada vez mais digitais.

A transformação digital afeta diretamente na experiência do consumidor

Uma das grandes vantagens de digitalizar o modelo de negócio é obter e mensurar dados dos consumidores com eficiência. Esse processo é essencial para entender os pontos fortes e fracos da estratégia traçada para captar os clientes. 

Ter esses dados em mãos pode ser um diferencial para traçar perfis mais completos; planejar campanhas, serviços e até novos produtos.

Neste tópico vale um ponto de atenção, visto que no Brasil temos uma nova lei que normatiza a captação e utilização de dados, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Todas as estratégias utilizadas devem estar de acordo com as diretrizes propostas pela LGPD, a fim de evitar multas e sanções.

Mas, por onde começar a transformação digital?

Agora que você já conhece as principais lições deixadas pela primeira onda da transformação digital, está na hora de agir. São muitas informações e novidades, por isso é normal se sentir um pouco perdido, sem saber por onde começar. 

Neste momento, a primeira coisa a ser feita é analisar o cenário da sua empresa: principais oportunidades, desafios e o que seus concorrentes estão fazendo de diferente. Esses passos são essenciais para o sucesso do seu projeto,visto que 70% das empresas não atingem seus objetivos com transformação digital

A porcentagem é tão alta por alguns motivos, mas os principais são a falta de estratégia integrada com objetivos de transformação e a falta de monitoramento eficaz do progresso em direção aos resultados. 

Para obter sucesso e não se tornar parte de uma estatística é imprescindível ter uma mentalidade de governança ágil, engajar toda equipe para que as mudanças necessárias sejam realizadas e contar com parcerias de empresas consolidadas, que auxiliem nessa jornada de transformação, para se tornar uma empresa inovadora.

Na hora de aplicar a transformação digital dentro de uma empresa é preciso pensar em mudar o pensamento tradicional para uma maneira de pensar focada em tecnologia. A mudança acontece de forma progressiva, um passo de cada vez até alcançar o objetivo final. 

Como já dissemos, antes de todos os passos é importante fazer um diagnóstico do cenário atual da empresa para entender em quais pontos serão necessárias mudanças. Essas alterações podem ser desde culturais até tecnológicas, então, é importante manter a mente aberta para entender melhor o que a empresa realmente precisa.

1. Enxergue as possibilidades. 

O primeiro passo é treinar os olhos e a mente para que você consiga enxergar as possibilidades que serão abertas para a sua empresa quando ela estiver inserida digitalmente no mercado. 

Isso significa que é preciso fazer planos para o futuro, entendendo como as novas tecnologias ajudarão a sua organização a alcançar os objetivos propostos. 

Com essa visão, a organização será capaz de criar um plano tático, listando cada etapa de mudança até que o objetivo final seja alcançado. Este plano deve ser feito de forma conjunta, unindo forças de várias áreas dentro da empresa. Aqui, é necessário que as lideranças estejam alinhadas, sabendo claramente onde querem que a empresa chegue e os resultados esperados.

2. Saiba investir em iniciativas digitais válidas. 

Existem várias iniciativas digitais que fazem parte da transformação digital. Big data, data-driven, realidade virtual, internet das coisas, realidade aumentada, automação de marketing, marketing digital, inteligência artificialmachine learning e business intelligence são termos bastante populares quando o assunto é transformação digital, mas existem diversos outros recursos que podem ser utilizados durante essa jornada. 

Para definir as tecnologias a serem utilizadas, o importante é conhecer bem a sua organização e o objetivo que a empresa possui. Só assim será possível escolher de forma correta o investimento nas melhores tecnologias, sejam tecnologias de rh, marketing, vendas, dentre outras que devem suprir as necessidades da empresa e ajudá-la a produzir mais e melhor.

3. Não esqueça do capital intelectual. 

Mas, para além do investimento em tecnologia, é preciso investir nas pessoas. Os colaboradores devem estar atentos aos novos recursos digitais e precisam ter a capacidade de trabalhar com essas ferramentas. 

O capital intelectual de uma organização, ou seja, os seus colaboradores, é o maior ativo de qualquer empresa. Invista em capacitações, cursos e palestras que sejam capazes de prepará-los para lidar com as novas tecnologias, tirando o máximo de proveito do que elas têm para oferecer.

Como alternativa, muitas empresas estão usando a locação de squads, para ter times ágeis e multidisciplinares essa pode ser uma boa opção.

4. Lembre-se que a transformação digital é um processo. 

Por ser um processo, a transformação digital acontece de maneira contínua, de forma que o trabalho nunca termina. Novas tecnologias serão lançadas continuamente e a necessidade de se adaptar vai aparecer de tempos em tempos. 

Empresas que estão preparadas e não têm medo de mudanças são aquelas que conseguirão sucesso dentro de seu mercado. Neste ponto, vale a pena procurar sites, fóruns e eventos que falem sobre transformação digital e as novas tecnologias. Estar atento às novidades é primordial para se manter atualizado e se planejar para o futuro. 

5. Seja a voz da mudança. 

O último ponto é, talvez, o mais importante de todos. Toda a mudança precisa começar de algum lugar, por isso seja uma voz ativa para pregar a transformação digital. 

Aqui, é preciso atentar-se às lideranças, pois com líderes e gestores animados com os resultados que a transformação digital pode trazer para a organização é mais fácil e certeiro chegar aos liderados e também motivá-los.O processo de transformação digital é imprescindível para uma empresa que deseja ter mais longevidade no mercado e atender as necessidades dos seus clientes. Se você já percebeu que a TD é importante, mas não sabe por onde começar, preencha o formulário para descobrir como a Samba Digital pode ajudar a sua empresa.

Daniel Zapparoli

ENTENDA COMO FUNCIONA O BLING – Sistema de Gestão Online

O Bling é um sistema de gestão online que te ajuda a poupar tempo e ganhar dinheiro. Sabe como? Com o Bling você emite e envia notas fiscais para seu cliente, realizando os cálculos de impostos automaticamente com base em pré-definições.

E você ainda pode ter controle de estoque preciso, vendas, fluxo de caixa e informações de clientes e fornecedores, além da integração com empresas de logística, como os Correios, assim você pode acompanhar o status das entregas com segurança e agilidade.

Possui loja virtual? O Bling está integrado às principais plataformas de e-commerce e aos maiores marketplaces do Brasil.

Tudo isso em nuvem e com acesso via smartphone ou tablet, sem custo adicional.

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Daniel Zapparoli

AS 14 MELHORES PLATAFORMAS DE E-COMMERCE PARA COMEÇAR SEU NEGÓCIO!

Escolher uma opção entre as melhores plataformas de e-commerce do mercado é uma excelente solução para quem está começando a se aventurar no segmento, quer diminuir gastos e não pode investir no desenvolvimento de uma página do zero.

Além disso, existem várias opções no mercado que para usar na sua loja virtual. Entretanto, é necessário se atentar a alguns pontos essenciais antes de contratar uma plataforma.

Portanto, antes de conhecermos as melhores plataformas de e-commerce, vamos entender o que deve ser levado em consideração?

O que considerar na hora de escolher uma plataforma de e-commerce?

Como dissemos anteriormente, uma plataforma de e-commerce pode ser uma solução muito assertiva, levando em consideração o momento do seu negócio. Contudo, algumas dicas não podem passar despercebidas:

Integrações

Por mais completa que a plataforma seja, você ainda precisará de algumas integrações com outros sistemas e outras plataformas.

É necessário pensar em integrações de comunicação, como atendimento via chatbots, por exemplo.

Da mesma forma, você também deve pensar nas integrações com anti-fraude e recursos de segurança, que são fundamentais para proteger os dados dos seus clientes.

Descubra como a ferramenta Magento, integrada a plataforma Vindi, pode aumentar as suas vendas no e-commerce:

Usabilidade

Sua plataforma precisa rodar com agilidade, tanto no desktop quanto no mobile. Por isso, procure por plataformas que sejam altamente responsivas e que ofereçam uma experiência de compra excelente.

Se um cliente não consegue ver informações sobre seu produto, tem dificuldades para acessar o carrinho e finalizar na página de checkout de pagamento provavelmente vai abandonar sua loja e procurar um concorrente.

Personalização

Além de tudo o que já falamos aqui, a personalização também precisa ser considerada para quem quer empreender no segmento e-commerce.

Algumas plataformas, principalmente as que oferecem versões gratuitas, são bem limitadas quanto ao uso.

Muitas vezes, os templates oferecidos ajudam em um primeiro momento, mas a longo prazo, você precisa de uma loja que tenha o tom de voz e cara da marca.

Métricas e relatórios

Acessar indicadores para e-commerce e relatórios em tempo real é fundamental para a saúde financeira do seu negócio.

Uma plataforma que não oferece esses dados provavelmente vai te deixar no escuro no meio do caminho, e é importante analisar cada uma delas.

Agora que já vimos quais os pontos de atenção principais, vamos conhecer as 13 melhores plataformas de e-commerce?

Quais são as melhores plataformas de e-commerce do mercado?

Ao longo do crescimento do segmento no Brasil, muitas empresas começaram a oferecer esse serviço, e algumas se destacaram com ótimas integrações e funcionalidades:

1. Tray

Tray foi adquirida pela Locaweb, mas antes disso, já tinha uma das soluções de e-commerce mais usadas no Brasil. Com a “Tray” você pode criar uma loja de ponta a ponta, com integração de ERPs, meios de pagamento e diversas soluções para amparar uma loja online. Além de uma das melhores plataformas de e-commerce, a Tray (antiga Loja Tray) é líder de mercado – o que valida muito o foco em digitalizar negócios.

Com a Tray, você pode administrar diversos canais através de uma única solução. Essa é a recomendação número 1 da Vindi!

Acesse e conheça: www.tray.com.br.

2. Magento

Outro case é a plataforma Magento. Atualmente, ela é uma das mais completas open source do mercado, com um nível de personalização e gestão que poucas oferecem.

Se você quer saber mais sobre o funcionamento dela e as principais funcionalidades, basta clicar aqui.

3. Dooca

Dooca é uma excelente plataforma de e-commerce, eles unem uma loja virtual bem alto nível que une design e tecnologia para ajudar você a vender online. Para quem tem uma loja ou uma indústria, recomendamos muito a Dooca.

Acesse e conheça: dooca.com.br.

4. Woocommerce

Woocommerce é um plugin do WordPress para quem quer ter uma loja virtual, ou transformar um blog em e-commerce.

Muitos blogueiros e influenciadores digitais usam a plataforma Woocommerce por isso, já que é muito mais fácil e prático de realizar a migração da marca.

5. Nuvemshop

Com a NuvemShop, você pode ter acesso a vários diferenciais. Além disso, a Nuvem tem dashboards e um painel de aplicativos muito importante para fazer integrações com redes sociais e ferramentas de performance e conversão.

Com essa plataforma, é possível vender inclusive em marketplaces, se essa opção também for considerada pela sua empresa.

6. Linx

Com mais de 50.000 clientes, a plataforma Linx Commerce oferece uma solução completa para a venda digital, com serviços adicionais e estratégias para otimizar a etapa de implementação, como o atendimento feito por agências.

Dessa forma, você ganha tempo e tem muito mais agilidade, além de ter o suporte de uma equipe de desenvolvedores robusta.

7. Betalabs

A Betalabs foi desenvolvida por alunos da FGV em 2010, que queriam otimizar e acabar com a burocracia das vendas online para pequenas e médias empresas.

Hoje, ela conta com alguns dos clubes de assinatura mais legais do país, como a YVY, a Tag Livros, a Faber Castell, entre outros.

Da mesma forma, a plataforma é completa e dispensa integrações com outras ferramentas, tornando o fluxo mais rápido e trazendo vantagem competitiva aos clubes. Se você quer reduzir gastos com TI, ERP e desenvolvimento, é uma ótima solução do mercado!

8. Boxloja

A Boxloja é um exemplo de plataforma responsiva, além de contar com ferramentas de E-mail Marketing, download de conteúdo e programas de fidelidade.

Além disso, novos empreendedores podem experimentar a plataforma por 15 dias e têm acesso a oportunidades exclusivas.

9. Shopify

Acessibilidade e disponibilidade são marcas registradas da Shopify no Brasil. Além disso, se você se preocupa com a performance dos seus anúncios e campanhas de Marketing, eles têm as melhores soluções de integração.

Portanto, se você quer fazer um teste e conhecer as funcionalidades para e-commerce e clube de assinaturas, lembre-se da Shopify!

10. Loja virtual

Se você está dentro de um nicho específico, como moda e vestuário, a Loja Virtual oferece diversos layouts personalizáveis e está entre as melhores plataformas para e-commerce.

Além disso, você também pode montar clubes de assinatura, ter visitas ilimitadas e acesso a diversas funcionalidades.

11. Wix

A plataforma Wix é voltada principalmente para quem não tem muita experiência com desenvolvimento. No entanto, ela é muito responsiva e adaptada para rodar bem no mobile tanto quanto no desktop.

Além disso, se você usa o serviço de uma subadquirente, essa pode ser uma boa opção de plataforma, já que essa integração é possível com o serviço deles.

12. Loja integrada

A Loja Integrada oferece uma das melhores soluções de integração com plataformas de gestão de pagamentos e de cobrança, de logística e de atendimento.

Dessa forma, basta escolher o plano que mais faz sentido para o momento atual do seu negócio e começar a usar!

13. PrestaShop

A PrestaShop é um grande exemplo de plataforma dedicada, além de ter um visual moderno, cheio de funcionalidades e integrações.

Se você quer um serviço mais completo, e complexo na mesma proporção, e tem tempo para desenvolver sua loja com calma, pode ser uma ótima solução para você!

14. OpenCart

A Opencart funciona como um intermediário entre os serviços oferecidos pela PrestaShop e Woocommerce.

Além disso, o painel de controle é moderno, intuitivo e com módulos personalizáveis que são fáceis de usar. Essa é uma das opções mais simplificadas para usar.

Bônus: VTEX

Da mesma forma, a modularização permite que sejam feitas vendas em múltiplos canais, com integrações com várias ERPs. A VTEX está presente em 24 países e atende mais de 2.000 lojas.

Daniel Zapparoli