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devolucao de produtos

Devoluções no E-commerce podem custar 30% acima do valor reembolsado, aponta estudo

O crescimento das vendas pela internet tem intensificado a pressão sobre uma área crítica das operações do varejo: os custos associados às devoluções. Segundo estimativas do Global Annual Ecommerce Report, elaborado pela ACI Worldwide, para cada US$ 1 milhão em reembolsos provenientes de devoluções, o custo total para os comerciantes pode acumular até US$ 1,3 milhão.

A análise leva em conta não só o montante devolvido ao cliente, mas também custos relacionados à logística reversa, desvalorização de estoque, reprocessamento, taxas de pagamento que não podem ser recuperadas e prejuízos decorrentes de fraudes e abusos. O estudo examinou bilhões de transações realizadas mundialmente pela empresa durante o ano de 2025.

Conforme Cleber Martins, diretor de Inteligência de Pagamentos e Soluções de Risco da ACI, o tema das devoluções evoluiu de uma questão puramente operacional para um tópico que faz parte da estratégia das empresas, especialmente em setores com margens mais estreitas. Ele destaca que a análise de grandes volumes de dados possibilita reconhecer padrões de conduta, distinguir entre consumidores habituais e aqueles com maior potencial de risco, além de auxiliar na tomada de decisões que minimizem perdas sem prejudicar a experiência de compra.

Fraudes ampliam o impacto

O problema vai além da quantidade de produtos devolvidos. De acordo com um estudo da Appriss Retail em parceria com a Deloitte, os comerciantes enfrentaram perdas de aproximadamente US$ 103 bilhões em 2024 devido a devoluções e fraudes relacionadas. Essa informação evidencia a urgência de implementar um controle mais rigoroso e um acompanhamento dos procedimentos de reembolso.

A importância do assunto aumenta junto com o crescimento do comércio eletrônico. Segundo a ACI, os montantes de pagamentos pela internet cresceram 28,3% em 2025, enquanto o total financeiro das transações teve um aumento de 34,3% nesse mesmo intervalo. Os reembolsos, por sua vez, representaram entre 2,5% e 3% do total de pagamentos ao longo do ano.

A sazonalidade intensifica a pressão. Entre novembro e dezembro, meses tradicionalmente mais fortes para o varejo, concentraram-se cerca de 20% de todos os reembolsos registrados em 2025. Apenas em dezembro, a taxa chegou a 2,89%, acima da média de 2,25% observada entre janeiro e outubro.

Para o executivo, o cenário explica a revisão de políticas de devolução e o investimento crescente em ferramentas de análise em tempo real. A proposta, segundo ele, é equilibrar conveniência e controle, personalizando a jornada para consumidores de baixo risco e adotando critérios mais rigorosos nos casos com maior exposição.

Logística reversa ganha escala

A pressão sobre custos também impulsiona o mercado de logística reversa. Estudo da Grand View Research estima que o setor global, que engloba soluções de gestão de devoluções, triagem, automação e rastreamento, movimentou cerca de US$ 768 bilhões em 2023 e deve crescer a uma taxa média anual próxima de 6% até 2030.

O movimento acompanha a expansão do comércio eletrônico e indica uma tendência de profissionalização dos processos de devolução, com maior uso de tecnologia e análise de dados para reduzir perdas e preservar margens.

Impressão automática de etiqueta logística

É possível fazer a impressão automática de etiquetas logísticas no Bling em um clique!

Você pode imprimir o DANFE Simplificado e a etiqueta de transporte unificada, ou apenas a impressão da etiqueta de transporte na impressora configurada.

Para isso, será utilizado o programa QZ Tray, responsável por fazer a comunicação com as impressoras no formato ZPL e PDF.
 Para realizar a conexão do Bling com QZ Tray, é necessário ter o Java instalado em seu computador.

FDNP-tp.png

ATENÇÃO

O Bling não possui nenhuma configuração de impressora.
A configuração do tamanho do papel, dimensões, entre outras opções, devem ser realizadas diretamente em seu computador, no driver da impressora.
Em caso de dúvidas, procure um especialista para lhe ajudar nesta configuração.

Como instalar o programa Qz Tray

  1. Clique aqui para iniciar o download do programa
  2. Na primeira etapa da instalação, clique em ‘Next

                     nextprogramaqztraysetup.png

  3. Em seguida, escolha o caminho de destino onde o Qz Tray será instalado
    Alert-icon-P.png Recomendamos não alterar o destino selecionado
  4. Em seguida, clique em ‘Install

                     instalarprogramaqztray-.png

  5. Assim que o download for concluído, clique em ‘Close

                    closeqztray.png

O programa será aberto, e ficará visível na barra de tarefas do windows.

Localize-o, e clique sobre ele com o botão direito do mouse.

Em seguida, habilite a opção de inicialização automática.

Info-_icon-P.png Assim que o seu computador for ligado, o programa será executado.

asqzt__1_.png

Configurar Qz Tray no Bling

Acesse o ícone do perfil da sua empresa e clique em ‘Todas as configurações > Logística > Configurações de Logísticas‘.

configuração-logística-novo menu.png

Em seguida, clique no menu ‘Configurações de impressão automática‘.

Para iniciar o download, clique em ‘Qz Tray‘.
Clique aqui e veja como configurar o programa no seu computador

dnraQZTRAY__1_.png

Definir impressoras específicas para cada usuário do sistema

Habilitando a opção ‘Imprimir direto pelo Bling‘, o Bling buscará as impressoras instaladas no computador.
 Caso você possua impressoras instaladas em outro computador, deverá repetir esse processo para cada computador.

impressão__1.png

Caso a quantidade incorreta de impressoras for detectada, clique em ‘Atualizar listagem‘.

 Nenhuma impressora detectada

Ver mais 

Após detectar corretamente, você deve vincular cada uma ao usuário que utilizará a impressora, isso facilita a organização da expedição de seus produtos.
 Esse processo deve ser realizado pelo usuário administrador do sistema.

impressão__3.png

À esquerda, serão listados todos os usuários cadastrados no sistema, incluindo o administrador e à direita a impressora que está associada ao usuário, o botão ‘Testar conexão‘ está disponível somente para o administrador.

Após associar as impressoras aos usuários, eles poderão gerar etiquetas somente para a impressora vinculada.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

  • Quando há apenas uma impressora conectada ao computador, ela será definida como padrão para todos os usuários.
  • Para não permitir que um usuário realize impressões automáticas, o usuário administrador deve selecionar a opção ‘Nenhuma‘ no campo ‘Impressora‘ do usuário desejado.
  • Se o usuário padrão deseja utilizar outra impressora instalada em seu sistema, é necessário que o administrador realize o login no sistema, faça uma nova busca de impressoras instaladas e vincule a impressora ao usuário.
  • Para alterar a impressora de um usuário, é necessário que o Bling seja acessado pelo administrador através do computador onde a impressora está instalada, caso o administrador tente alterar por um computador diferente, o campo ficará bloqueado para edição.


Para o usuário que não é administrador, a tela de configuração exibirá a impressora que ele possui permissão para realizar impressão e o botão ‘Testar conexão‘.

impressão-automática.png

Menus onde é possível imprimir DANFE Simplificado + Etiqueta de transporte
ou apenas a Etiqueta de transporte

Impressão a partir do menu ‘Notas fiscais de saída’

No menu Vendas > Notas fiscais de saída:

  1. Selecione a nota fiscal
  2. No canto direito da tela, clique apenas em ‘Etiqueta de transporte‘ ou ‘DANFE Simplificado + Etiqueta de transporte
danfe-etiqueta-nota (1).png

Duas caixas de diálogos do Qz Tray aparecerá.

Em ambas, clique em ‘Allow‘ para conectar com a impressora.

 Caso não apareça nenhuma caixa de diálogo, significa que o Bling não conseguiu se conectar ao Qz Tray.

allow-qzt.png

Em caso de sucesso na impressão, será mostrado na lista de impressões geradas os arquivos enviados para a impressora.
Alert-icon-P.png Caso ocorra alguma falha nesse processo, significa que o Bling não conseguiu comunicação com a impressora configurada.

Screenshot_16_1.png

Impressão a partir do ‘Checkout de pedidos’

Na tela do checkout:

  1. Finalize a inserção dos itens no checkout
    Veja como utilizar o checkout de pedidos de venda 
     
  2. No canto direito da tela, clique no ícone da impressora 

    imprimir-checkout.png
  3. Depois clique sobre a opção ‘Imprimir etiqueta de transporte‘ apenas, ou ‘Imprimir Danfe + etiqueta de transporte‘ unificada
    Veja como automatizar as operações do Checkout 
imprimir-etiqueta-checkout.png


Impressão apenas da etiqueta a partir de ‘Vendas’

No menu Vendas > Pedidos de venda:

  1. Abra o menu de três pontos à frente da venda 
  2. Clique em ‘Imprimir etiqueta de envio‘ 
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Impressão apenas da etiqueta a partir de ‘Objetos de postagem’

Ao finalizar a geração da remessa:

  1. Informe a logística no topo da tela
     
  2. Selecione os objetos que deseja imprimir
  3. Depois clique sobre a opção ‘Imprimir etiquetas‘ ou clique individualmente no ícone da impressora à frente do objeto
etiqueta-objeto-postagem.png

Como vender na SHEIN e ter sucesso nesse gigante do varejo?

Um estudo da plataforma Money.co.uk identificou que a varejista chinesa Shein é, atualmente, a empresa de moda mais popular do mundo, ocupando o primeiro lugar de marca mais procurada em impressionantes 113 países, entre eles Brasil, França, Austrália e Irlanda. Logo, não à toa, em busca de mais faturamento, muita gente hoje quer saber como vender na Shein.

Afinal, a gigante asiática  é mais do que um e-commerce, uma vez que funciona também como um marketplace. 

Nesse formato de negócio, uma marca varejista abre as portas de seus canais de venda para que outras lojas exponham seus produtos e  vendam para consumidores que acessam a plataforma.

Em troca, a cada transação realizada, o vendedor cadastrado paga ao site uma taxa que funciona como uma comissão de venda. 

Contudo, qual é o processo para se tornar um vendedor e ganhar dinheiro na Shein?

Essa é uma das perguntas que vamos responder ao longo deste artigo. 

Boa leitura!

O que é a Shein? 

Fundada em 2008, na China, a Shein é uma empresa de fast fashion bastante conhecida por seu catálogo de roupas com preço acessível. A varejista possui alguns pontos de venda, sendo o principal deles o aplicativo que pode ser baixado em celulares Android e IOS. 

Além do app, também é possível fazer compras usando o site e lojas físicas que já estão presentes em algumas partes do mundo, inclusive no Brasil. 

Contudo, se você quiser ganhar dinheiro na Shein poderá vender seus produtos apenas nos canais virtuais. 

Quer entender como? Então acompanhe o passo a passo de como vender na Shein Brasil, a seguir.

Como vender na Shein? Passo a passo 

Para vender na Shein, você deve fazer o auto registro se cadastrando na plataforma, incluindo todos seus dados, enviando seus documentos (como licença comercial e fotos), esperando a aprovação do site e, caso autorizado, já estará liberado para colocar seu catálogo de produtos para venda.

O auto registro é a forma atual de se tornar vendedor da Shein e cadastrar a sua loja na plataforma, sendo possível fazer o cadastro diretamente no site. Atualmente esse processo de auto cadastro é feito para sellers do Estado de São Paulo, mas em breve esse processo passará a outros Estados.

Confira o passo a passo detalhado de como vender na Shein: 

#1 Faça o auto cadastro

  1. Acesse a área de cadastro;
  2. Clique para fazer o cadastro como vendedor;
  3. Escolha a natureza do negócio, definindo se fará suas vendas com CNPJ (dados cadastrais de pessoa jurídica) ou CPF (dados cadastrais de pessoas física)
  4. Comece a preencher todos os dados solicitados no cadastro, como mostra a imagem abaixo. 
  5. O documento com o passo a passo completo está aqui.

#2 Envie os documentos 

Para completar seu cadastro, é necessário enviar alguns documentos solicitados pela plataforma, entre eles: 

  • Arquivo da licença comercial: incluindo o conteúdo completo, em formato JPG, JPEG, PNG ou PDF, tamanho máximo 5MB;
  • Foto da carteira de identidade do dono da loja: frente e verso, formato JPG, tamanho máximo 5MB;
  • Fotos da loja: podendo ser fachada, escritório, depósito, entre outras opções. Formato de imagem (JPG, JPEG ou PNG)

Tudo isso é solicitado em campo específico, enquanto faz o cadastro como vendedor.

Nessas áreas, você precisa fazer o upload da documentação. Por isso, tenha tudo separado, para agilizar o processo. 

#3 Aguarde o retorno da plataforma

Depois de cumprir as etapas acima, aguarde a aprovação da plataforma para cadastrar produtos e vender dentro da Shein. 

Assim que o canal aprovar a sua entrada como vendedor, você pode cadastrar as mercadorias e apresentá-las aos consumidores que acessam o canal. 

Como vendedor local, seus itens serão apresentados para consumidores com localização no Brasil.

#4 Cadastre os produtos

A aprovação da plataforma é o sinal verde para que você comece a cadastrar as mercadorias que deseja vender. 

Essa etapa exige muita atenção, porque as informações que você compartilha são as únicas que seu cliente terá para tomar uma decisão de compra. 

Por isso, inclua fotos de qualidade e, se possível, use vídeos para ilustrar o uso dos produtos. 

Além disso, dedique-se à criação de descrições completas que destaquem informações como:

  • dimensões;
  • benefícios;
  • usos;
  • tamanhos;
  • cores;
  • o que está incluso na compra;
  • matérias-primas dos produtos, por exemplo, madeira, vidro, borracha, plástico, entre outras opções, e mais. 

Tenha certeza de incluir todas as informações necessárias para o cliente fazer a compra. 

Lembre-se de preencher os campos indicados pela plataforma, dentro da área de cadastro, para que não fiquem em branco e gere dúvidas e inseguranças aos compradores. 

O objetivo das descrições é dar segurança ao cliente, uma vez que ele não está visualizando o produto pessoalmente, e precisa imaginá-lo a partir das informações de  cadastro. 

Tudo isso ajuda a reduzir as objeções e receios na escolha do item a ser adquirido. Logo, contribui para aumentar as suas taxas de conversão.

Em suma, boas descrições, fotos e vídeos tendem a gerar mais vendas, porque geralmente melhoram a experiência do usuário. 

Afinal, quem pode vender na Shein?

Você pode vender na Shein como pessoa física ou jurídica. Logo, mesmo que você não tenha um registro como empresa, pode comercializar produtos dentro do canal de vendas. 

Contudo, existem outros critérios que precisam ser considerados por quem deseja vender no marketplace da Shein, são eles: 

  • você deve atuar com os segmentos de moda, utensílios domésticos, decoração e itens para pet (únicas categorias que fazem parte do portfólio do marketplace);
  • é necessário que você tenha um faturamento satisfatório para atender aos critérios da marca que usa esse fator de análise na aceitação de vendedores parceiros;
  • é preciso que você tenha um alto volume de itens de cada produto comercializado para atender a demanda da plataforma que recebe milhares de acessos todos os dias (sim, o tamanho do seu estoque é um requisito considerado pela Shein para permitir que você exponha seus itens em seus canais).

Tenha atenção especial a esse último tópico. Ele diz que você precisa ter um bom volume de peças em estoque para cada produto vendido. 

Logo, não é necessário que você tenha alta variedade de mercadorias, mas sim um bom número de itens dentro de cada produto. 

Por exemplo, você não precisa vender camisas azuis, vermelhas, brancas e pretas. Você pode vender apenas camisas pretas, desde que tenha um bom volume delas em estoque.

Em outras palavras, concentre-se em ter itens em quantidade, e não em variedade.

Atenção especial aos preços

Agora, uma dica que não é, necessariamente, uma regra da Shein, mas sim uma boa prática, que você deve considerar: tenha bons preços

Se você deseja vender na Shein, precisa considerar que sua margem de lucro deve ser um pouco menor do que o mercado brasileiro geralmente permite.

Afinal, uma das grandes razões para o sucesso do canal é, justamente, os preços acessíveis e a variedade dos produtos

Isso não significa que você não deva considerar a qualidade da mercadoria. Afinal, as avaliações dos clientes também são fundamentais para o seu sucesso comercial. 

Quando vender na Shein é uma boa ideia? 

De maneira geral, vender na Shein é uma ótima opção, mas é preciso ter em mente que a plataforma não é para pessoas que estão começando, mas sim para quem já tem um negócio validado. 

Afinal, como mostramos acima, parte dos critérios da plataforma para aceitar vendedores é o faturamento e a movimentação de vendas, além do volume de mercadorias.

Tudo isso, geralmente, é alcançado por quem já atua no mercado há algum tempo.

Seguindo essa mesma lógica, vale considerar que, mesmo aceitando vendedores que usam o CPF para cadastro, a plataforma prioriza negócios com boa movimentação financeira. 

E, na prática, se você tem o perfil que descrevemos acima, é provável que já possua um CNPJ. 

Diante de tudo isso, pondere sobre o seu momento como vendedor online e faça a sua escolha para começar suas vendas no canal.

Leia também: Como vender nos Marketplaces? Conheça as regras para anúncio de produtos

Quais são as taxas de vendas na Shein?

A Shein não cobra taxas nem para você se inscrever como vendedor, nem para cadastrar produtos. A  única taxa com a qual você precisa lidar é a que incide sobre uma venda. Nesses casos, a comissão é de 10% sobre o valor do produto. 

Em relação a esse comissionamento, existe um grande benefício, exclusivo para vendedores com CNPJ: a taxa é de 0% nos primeiros 90 dias desde o registro na plataforma.

Ou seja, durante esse período, todo o faturamento vai direto para a sua conta bancária registrada, não havendo qualquer pagamento à Shein. 

Esse é um bom impulso para quem está começando, não é mesmo? Então aproveite!

Vantagens de vender na Shein

Os 90 dias sem taxa não são a única vantagem de vender na Shein. Além disso, o canal oferece outros benefícios para quem investe no varejo online, como: 

  • alta visibilidade, ao colocar seu produtos em uma plataforma de venda com milhares de visitas diárias;
  • o pagamento do que foi vendido é super-rápido, feito semanalmente, o que facilita a gestão o capital de giro;
  • disponibilização do time de gerentes de relacionamento e suporte exclusivo para solicitar as dúvidas dos lojistas;
  • campanhas exclusivas das quais você pode participar para aumentar a visibilidade  das suas mercadorias;
  • cupons de desconto exclusivos que podem ser oferecidos aos compradores, estimulando ainda mais as vendas. 

Tudo isso se torna um poderoso conjunto para aumentar as vendas online. Está pronto? Veja nossas dicas para ter bons resultados:

O Bling vai ajudar a vender na Shein

dicas para vender na shein

Perguntas frequentes sobre como ganhar dinheiro na Shein 

Como se tornar vendedor na Shein?

Para se tornar um vendedor da Shein, é necessário se cadastrar na plataforma, com CNPJ ou CPF e então registrar seus produtos. Fique atento aos critérios usados pela plataforma para aceitar vendedores novos, como faturamento atual e volume de itens em estoque.

Quem pode vender na Shein?

Todo mundo pode vender na Shein desde que tenha um CPF ou CNPJ, sendo o segundo o mais recomendado, tanto para aproveitar os benefícios que o canal oferece quanto para provar sua movimentação financeira, usada como critério para aprovação de vendedores. Logo, o canal é ideal para lojistas com mais experiência. 

Como vender na Shein e ter melhores resultados? Aposte na Integração de e-commerce e marketplace!

E aí? Decidiu se a venda no marketplace da Shein é uma boa ideia para você? 

Lembre-se de que a gestão dos canais de venda é tão importante quanto a sua criação . Afinal, é isso o que garante a eficiência dos processos e promove uma  experiência do cliente.

Uma boa gestão de e-commerce e de vendas em marketplace facilita a atualização do estoque, a notificação de estoque mínimo, o acompanhamento das contas a pagar e a receber, fluxo de caixa, registro de clientes e mais. 

E se você faz vendas em mais de um canal de varejo, centralizar as informações é uma etapa indispensável para escalar seus resultados, gerar economia e garantir que as informações estejam integradas. 

Além disso, torna a gestão mais fácil, uma vez que pode controlar todos os canais de venda, usando uma única ferramenta. 

Em outras palavras, você não vai precisar entrar em cada canal usado para comercializar seus produtos, ao contrário terá tudo o que precisa em um único sistema: o ERP para integrar e-commerce e marketplace

Gostou? Então conheça o Bling, um ERP que permite que você gerencie as suas vendas online de forma integrada. 

Com ele você gerencia todos os processos do seu negócio, desde a venda até a entrega, e tem disponível centenas de integrações com as maiores plataformas de e-commerce e marketplaces.

Acesse nosso site, conheça mais sobre os nossos recursos e comece hoje mesmo a tornar sua gestão mais eficiente. Tudo isso por um preço superacessível, mesmo para quem está começando a fazer vendas agora.

Problemas ou Dúvidas com o seu Bling?

Otimização de Processos do Erp Bling

SISTEMA DE GESTÃO – ERP

O que é um Sistema ERP?

Obviamente que temos que começar este Guia com uma detalhada denominação sobre o que é um Sistema ERP, ou Software de Gestão Empresarial.

Se nos atermos à sua definição, a palavra vem do inglês, Enterprise Resource Planning, que significa exatamente Sistema de Gestão Empresarial. Detalhando mais esta definição, temos que um ERP nada mais é do que um software que automatiza os principais processos de uma empresa.

Com esta automatização, há uma integração entre áreas e departamentos como Vendas, Financeiro, Cadastros, Notas Fiscais, Estoque, Compras e Relatórios de forma simples, fácil e objetiva.

Se olharmos para esta definição, naturalmente, há uma clareza de ideias sobre o que significa e o que é um ERP, ou seja, sua utilidade é automatizar processos de uma empresa.

Mas, na verdade, um Sistema de Gestão Empresarial é muito mais do que isto. O entendimento do que realmente representa um ERP para uma organização não está totalmente representado nesta definição.

Só por ela, surgiriam muitas dúvidas, do tipo “porque implantar um ERP em minha empresa?”, “qual relação custo benefício?”, “se estou trabalhando bem com planilhas, porque adquirir um ERP?” e muitas outras relacionadas.

Assim, se queremos definir bem “O que é um  ERP” se faz necessário aprofundar muito mais em sua definição básica. Sua principal competência está no fato de interligar todos os dados e processos de sua empresa em um único lugar, centralizando-os.

Perceba isso na prática: um gestor tendo acesso a tudo que acontece em sua empresa em um único local; colaboradores tendo acesso às informações pertinentes ao seu departamento e de outros coligados em tempo real.

Claro que todas as decisões seriam colocadas em prática muito mais rapidamente e o ganho de tempo seria incrivelmente alto. Só isso, só ganho de tempo? Há um ditado que diz que “…tempo é dinheiro…”, mas um ERP não garante apenas agilidade nas decisões e ganho de tempo.

Vale lembrar que todos os setores do seu negócio poderão ser geridos de um mesmo local de qualquer dispositivo, com total segurança e praticidade. Assim, departamentos distintos trabalharão totalmente sincronizados, reduzindo a quase zero possíveis retrabalhos e com uma visão do negócio como um todo.

Para concluirmos este item, podemos perceber, ao aprofundarmos a matéria, que um ERP dá muito mais autonomia gerencial, viabiliza a tomada de decisão, minimiza erros, agiliza processos reduzindo-os inclusive, diminui o tempo operacional e, por consequência, reduz drasticamente os custos.

Um Resumo Breve da História do ERP

O desenvolvimento do sistema ERP surgiu pela necessidade de aplicação prática da tecnologia nos processos empresariais dos mais variados nichos. Iniciou-se há mais de 100 anos.

Inicialmente, criou-se o modelo EOQ (Economic Order Quantity), idealizado pelo engenheiro Ford Whitman Harris e servia, mais especificamente, para programar a produção de uma empresa/indústria.

Este sistema representou uma grande evolução tecnológica na época e foi utilizado por décadas. Tempos depois, a fabricante de ferramentas Black & Decker começou a adotar uma solução tecnológica diferente que visava planejar de forma mais eficiente todas as necessidades de materiais.

Este novo método ficou conhecido como MRP (Material Requirements Planning). Ele utilizou, na verdade, alguns conceitos do EOQ que foram integrados a um computador utilizado pela organização.

Novamente, tal solução foi utilizada por outros tantos anos. Nota-se, já aqui, que se buscava na tecnologia soluções para diversos processos de uma organização empresarial, visando já reduzi-los, otimizá-los.

Somente em 1983 foi desenvolvida uma nova metodologia intitulada agora como MRP II (Manufacturing Resource Planning). Já era o berço do ERP.

O MRP II adotava módulos diferenciados e componentes da arquitetura de um software, com o objetivo prático de conseguir integrar diversas atividades de uma companhia, principalmente as relacionadas às compras e ao gerenciamento de contratos da mesma.

Havia também, com o MRP II, a providencial integração de dados e o compartilhamento de informações com inúmeros departamentos da empresa e com isso já conseguia-se viabilizar a produção e reduzir os desperdícios. Era a “luz no final do túnel” para redução de custos e ganho de tempo.

O MRP II evolui muito ao longo dos tempos e seus conceitos eram empregados em diferentes atividades empresariais e muitas organizações já o buscavam no mercado para aderirem às suas soluções tecnológicas.

Como sua base também era construída através de módulos, houve grande incremen tação à ferramenta que passou a incorporar setores de finanças, RH e inclusive de vendas.

Por volta de 1990, ou seja, 7 anos depois o MRP II passou a ser denominado ERP, Enterprise Resource Planning.

Porque é importante conhecer a história do ERP? Porque através dela é possível compreender que estas soluções tecnológicas estão em constante evolução na intenção de oferecer cada vez mais funcionalidades e benefícios aos mais diferentes nichos de negócios.

É importante também para que percebamos que o ERP ainda vai evoluir muito, já vem evoluindo com disponibilidades na nuvem, por exemplo, que proporcionam o acesso vital às informações de uma organização em qualquer lugar do mundo, em tempo real, bastando ter um dispositivo conectado à internet.O mercado muda, as necessidades de soluções mudam, tudo muda muito rapidamente e a tecnologia vem, a seu modo, acompanhando esta evolução

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Fim da obrigação do SAT para credenciamento de NFC-e em SP

Nos últimos anos, o Brasil tem passado por uma fase de desburocratização muito importante para o mercado nacional. A última notícia relacionada a esse movimento é o fim, em parte, da obrigação do SAT em São Paulo.

Até este marco, todo comerciante que desejasse emitir o documento fiscal para seus clientes era obrigado por lei a vincular o equipamento SAT, seja próprio ou alugado, com seu estabelecimento.

Quer entender mais sobre o assunto? Veja mais detalhes ao longo deste conteúdo!

Para que serve o SAT?

O SAT é um aparelho que, em linhas gerais, serve como um backup de segurança na hora de emitir notas. Caso a loja fique sem internet ou o sistema de emissão de NFC-e (que veremos mais adiante) falhe, o SAT existe para comunicar à SEFAZ sobre as vendas que ocorreram no estabelecimento nesse momento que o comércio estava offline.

Além disso, esse equipamento era obrigatório para o credenciamento da empresa junto aos órgãos reguladores, para permitir que a loja emitisse notas ou cupons fiscais. 

Com a desobrigatoriedade, o procedimento para liberar a emissão de notas será muito mais rápido, econômico e menos burocrático para o empreendedor.

O que mudou na legislação?

A última atualização relacionada ao tema do SAT havia ocorrido em 2015, mas uma nova portaria já está no ar.

Antes dessa mudança, todo lojista era obrigado a ter o SAT para solicitar a autorização da emissão de NFC-e. Agora, essa obrigação foi revogada. Ou seja, os comerciantes de São Paulo não precisam mais ter o equipamento SAT para conseguir realizar o credenciamento para emissão de NFC-e.

Note que a obrigação de posse para o credenciamento foi revogada, mas o resto da legislação de 2015 continua valendo, principalmente no que diz respeito à contingência. Os lojistas de São Paulo ainda não podem emitir NFC-e offline, como acontece nos outros estados brasileiros.

E quem já comprou o equipamento?

Para quem já comprou o SAT, basta continuar usando o equipamento normalmente, afinal, ele continua com sua finalidade intacta, sendo recomendado tê-lo no estabelecimento.

Basicamente, ele serve como medida de contingência, ou seja, quando o método usual de emissão de notas fiscais apresenta algum problema técnico e fica impossibilitado de operar. 

Ou seja, apesar de não ser mais obrigatório já ter o SAT no momento do credenciamento, o equipamento ainda é necessário, caso surja a necessidade de emitir o documento fiscal em contingência.

O que é NFC-e?

Há algum tempo, o comprovante conhecido como Cupom Fiscal era vastamente utilizado pelos comerciantes brasileiros. Com os avanços tecnológicos e a modernização do sistema fiscal, surgiu a necessidade de criar um novo documento, mais parecido com a Nota Fiscal.

Hoje, então, usamos a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, a NFC-e, que substitui o Cupom Fiscal.

A NFC-e é obrigatória em praticamente todos os estados brasileiros, tendo como principal vantagem a consulta on-line, por parte do consumidor. Para os lojistas, a NFC-e simplifica o processo de venda e de registro fiscal, antes feito manualmente.

O que fazer quando não der para emitir NFC-e?

A NFC-e é obrigatória no estado de São Paulo, portanto, empresas que não a emitem podem ser multadas pelo fisco.

Porém, se houver problema na hora da emissão, como falta de internet ou falta de comunicação com o fisco, o SAT deve ser utilizado como medida de contingência.Ficaram claras as alterações na legislação paulista?
Aproveite para conhecer o Bling, a solução ideal para quem deseja emitir NF-e, NFC-e ou NFS-e, essencial para qualquer negócio de sucesso!

Como está participação na buscas no setor de Educação, Livros & Papelaria?

No setor Educação, Livros & Papelaria, o líder em Share of Search é Kalunga com 16,4%, no 2° lugar está Gran Cursos Online (12,6%), seguida de Udemy (8,4%).

Share of Search
Essa métrica refere-se à participação nas buscas que uma marca possui dentro da sua categoria. Este dado prediz o market share

COMO O BLING PODE FACILITAR A GESTÃO DO SEU NEGÓCIO?

Antes de falar do Bling, precisamos entender melhor o que é um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning).
O ERP é um Sistema de Gestão Empresarial que ajuda a aprimorar e otimizar os diversos setores da empresa, desde a administração, logística, financeiro, RH, tudo isso integrado, deixando os processos mais inteligentes e de fácil acesso.
As Empresas que utilizam uma plataforma de ERP tem uma ótima alternativa para simplificar. Acima de tudo, controlar e gerenciar os serviços de sua empresa como: recebimento de pedidos; emissão de notas fiscais eletrônicas, verificação de pagamentos, boletos bancários, emissão de etiquetas para os correios; expedição de encomendas e todo o acompanhamento dos pedidos em um só sistema.A emissão de nota fiscal online é um dos diferenciais de qualquer sistema ERP, porque você economiza tempo, e evita muitos erros comuns nesse processo de emissão de notas fiscais.


Algumas vantagens de trabalhar com um Sistema ERP:

Emissão de Notas Fiscais e NFe;
Emissão de Boletos Bancários Automaticamente;
Controle de Estoque;
Administração Financeira,
Controle de Vendas e Orçamentos;
Integração Total com sua Loja Virtual;
Frente de Caixa;
Relatórios Gerenciais;
Segurança de Dados;
Custo Acessível;


Você já conhece o Bling?

O Bling é um sistema ERP perfeito para a gestão empresarial que nasceu com a missão de ser a solução para empreendedores otimizarem e gerenciarem os seus negócios.
Portanto, o Bling está entre os 20 aplicativos para empreendedores mais utilizados entre os brasileiros segundo a Exame. O Bling é um sistema de gestão online com extensão mobile, permitindo organizar suas vendas, controle do estoque, organiza suas finanças, notas fiscais eletrônicas, cadastros, entre outras funcionalidades. Além disso, você pode acessar até mesmo fora do ambiente de trabalho, através de smartphone ou tablets.
O Bling oferece integração com 75 plataformas de e-commerce e as principais marketplaces do mercado, além disso, é integrado com SIGEP Web dos correios.
Quer saber mais? Acesse o site: www.bling.com.br
Digital4All é parceira do Bling, além de oferecer 90 dias grátis, também oferecemos um treinamento especializado, para que você domine o Bling e assim gerenciar a sua loja e otimizar os seus negócios sem maiores dificuldades.

Até a próxima!

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