Black Friday faz e-commerce registrar melhor tráfego de 2023
Como era esperado, a Black Friday fez o e-commerce brasileiro atingir seu melhor tráfego de 2023: foram 2,8 bilhões de acessos únicos, o que representou uma alta de 13,1% em comparação a outubro e que bateu, por 1%, o antigo desempenho mais relevante do ano, de janeiro, quando 2,77 bilhões de visitas foram registradas.
Os marketplaces, que correspondem a quase metade do resultado total do e-commerce do país, tiveram um incremento de 11,1% nos seus acessos em comparação a outubro. Mais do que isso: as 1,21 bilhão de visitas em novembro foram o melhor resultado do setor desde dezembro de 2022 e o dado mais alto deste ano (0,2% melhor do que janeiro).
As plataformas também surfaram na Black Friday, oferecendo descontos e condições especiais de pagamento para atraírem mais consumidores. O Mercado Livre cresceu 7% em tráfego, batendo a casa dos 364 milhões de acessos. A Amazon Brasil, melhor do que isso, teve alta de 12,5%, enquanto a Shopee melhorou seu patamar em 6,9%.
A Magalu, porém, teve a taxa mais expressiva: 20% de alta entre novembro e outubro, passando de cerca de 121 milhões de acessos para 146,2 milhões.
https://www.instagram.com/p/C1ajXbcrXf2/?igsh=MXZsbzU4M3RkMnZoYQ==
Como está participação na buscas no setor de Educação, Livros & Papelaria?
No setor Educação, Livros & Papelaria, o líder em Share of Search é Kalunga com 16,4%, no 2° lugar está Gran Cursos Online (12,6%), seguida de Udemy (8,4%).
Share of Search
Essa métrica refere-se à participação nas buscas que uma marca possui dentro da sua categoria. Este dado prediz o market share
Principais benefícios de SEO para E-commerce
Após o canal direto (46,7%), a busca orgânica é o canal de tráfego mais importante do e-commerce brasileiro, com 24,5% da audiência.
SEO é uma estratégia que ajuda a sua loja a conquistar a confiança do seu
público, atrai tráfego qualificado e gratuito e, ainda, coloca o seu e-commerce à frente dos seus concorrentes quando o assunto é autoridade de marca.
● Os brasileiros confiam 77% mais em busca orgânica do que em links
patrocinados, conforme estudo da Conversion.
● Uma pesquisa do Hubspot, atualizada em 2020, afirma que cerca de
75% dos usuários que fazem pesquisas no Google não chegam até a
segunda página de resultados.
● Segundo dados da plataforma Net Market Share, o Google recebeu, em
2020, 93,89% de todas as visitas mobile feitas a buscadores em todo o
mundo!
● Números da Pesquisa Consumidor Digital 2020, da Conversion,
mostram que 62,5% das pessoas que compram online fazem alguma
pesquisa no Google sobre marcas ou produtos em que possuem
interesse.
CRESCE NO PAÍS O ‘LIVE COMMERCE’
Reality show das compras online vai da moda aos carros.
No mundo da moda, o “live commerce”, venda de produtos em que as pessoas podem tirar dúvidas e fazer a compra online na mesma hora, não é novidade. Mas, com a pandemia de covid-19, essa espécie de “reality show” do mundo das compras espalhou seus tentáculos para mercados correlatos e também para alguns bem diferentes. Hoje, o live commerce já faz sucesso em cosméticos, decoração e até automóveis.
O modelo foi importado da China, berço do live commerce, onde ele movimentou cerca de US$ 200 bilhões em 2020. A estimativa da Research and Markets é de que a indústria global do “e-commerce social” vai faturar US$ 600 bilhões até 2027.
A plataforma Mimo surgiu em meio ao isolamento social. A ideia, segundo a presidente Monique Lima, amadureceu quando ela percebeu os desafios da irmã, dona de uma loja de sapatos. “Sem fazer qualquer mídia tivemos 300 pessoas na primeira live e 600 na segunda, com grande engajamento”, diz a ex-publicitária que fundou a empresa com Etienne Du Jardin. Com amigos, conseguiram uma rodada de investimento. Entre os apoiadores está também o publicitário Nizan Guanaes.
Em poucos meses a plataforma atraiu marcas como Ri Happy e Dolce & Gabbana. No momento, negocia uma live para uma marca de carros. “Entendemos que é possível vender tudo por live”, diz Monique. Segundo ela, o consumidor passou a valorizar a entrega do produto em casa. Ao mesmo tempo, quer a relação pessoal, e a live equaciona essa conta.
A marca francesa Givenchy é outra que se rendeu ao “shopstreaming” no Brasil. A primeira empreitada de venda digital foi no início do ano, quando aproveitou um lançamento e fez um “reality” com um maquiador para demonstrar os produtos.
A ideia, segundo a diretora da Givenchy no Brasil, Marjorie Pilli, foi trazer produtos de cuidados para a pele e maquiagem, algo mais visível para ser acompanhado pelo vídeo, mas a live terminou com a exibição do perfume carro-chefe da marca. “Foi a forma que encontramos para encantar o consumidor.” A iniciativa, feita ao lado do e-commerce Época Cosméticos, do Magazine Luiza, levou a marca a pensar em ter um e-commerce no País.
Já a Dermage, de dermocosméticos, fez a pré-venda de um de seus lançamentos em live em maio e concedeu benefícios aos clientes, como frete grátis. A empresa escalou especialistas em cuidados com a pele e uma influenciadora – em uma hora teve 3 mil acessos. O faturamento do online, segundo a coordenadora de marketing Jéssica Lopes, dobrou naquele dia. “Vemos isso como oportunidade para lançamentos e para datas importantes de venda.” A estilista Martha Medeiros conta que se sentiu “dentro da casa da cliente, interagindo com ela.” Segundo Martha, o retorno foi melhor que o esperado, principalmente com a venda de itens de casa como copos e jogos americanos. O próximo passo será a realização de uma live diretamente com rendeiras – tirando assim o intermediário, em uma ação conjunta com comunidades e associações.
O fundador da consultoria Varese Retail, Alberto Serrentino, afirma que em todo o mundo o fenômeno explodiu na pandemia, com o novo jeito de se fazer compras criado pelo gigante Alibaba. “Foram eles que desenvolveram esse jeito de integrar conteúdo, mídia, entretenimento e compra.” Ele explica que a diferença dos canais de home shopping, como o Shoptime, “é a interatividade e a forma em que a dinâmica do evento sofre interferências do consumidor”.
O Grupo Soma, dono de marcas como Animale e Farm, lançou seu live commerce há um ano, quando suas lojas estavam fechadas. Desde então já fez cerca de 50 lives. O grupo conseguiu deixar de lado o Qr-code, tradicional nesse tipo de venda, para que a cliente possa arrastar os produtos vistos na live para o carrinho e concluir a compra.
O diretor de tecnologia do Soma, Alisson Calgaroto, diz que a modalidade reúne uma série de complexidades que devem ser equalizadas para que o produto seja satisfatório. Também alia áreas fora do e-commerce em si, como comunicação e marketing: afinal, ficar horas ao vivo exige bom roteiro para evitar que o cliente fique entediado e desista de assistir e de comprar.
AS 14 MELHORES PLATAFORMAS DE E-COMMERCE PARA COMEÇAR SEU NEGÓCIO!
Escolher uma opção entre as melhores plataformas de e-commerce do mercado é uma excelente solução para quem está começando a se aventurar no segmento, quer diminuir gastos e não pode investir no desenvolvimento de uma página do zero.
Além disso, existem várias opções no mercado que para usar na sua loja virtual. Entretanto, é necessário se atentar a alguns pontos essenciais antes de contratar uma plataforma.
Portanto, antes de conhecermos as melhores plataformas de e-commerce, vamos entender o que deve ser levado em consideração?
O que considerar na hora de escolher uma plataforma de e-commerce?
Como dissemos anteriormente, uma plataforma de e-commerce pode ser uma solução muito assertiva, levando em consideração o momento do seu negócio. Contudo, algumas dicas não podem passar despercebidas:
Integrações
Por mais completa que a plataforma seja, você ainda precisará de algumas integrações com outros sistemas e outras plataformas.
É necessário pensar em integrações de comunicação, como atendimento via chatbots, por exemplo.
Da mesma forma, você também deve pensar nas integrações com anti-fraude e recursos de segurança, que são fundamentais para proteger os dados dos seus clientes.
Descubra como a ferramenta Magento, integrada a plataforma Vindi, pode aumentar as suas vendas no e-commerce:
Usabilidade
Sua plataforma precisa rodar com agilidade, tanto no desktop quanto no mobile. Por isso, procure por plataformas que sejam altamente responsivas e que ofereçam uma experiência de compra excelente.
Se um cliente não consegue ver informações sobre seu produto, tem dificuldades para acessar o carrinho e finalizar na página de checkout de pagamento provavelmente vai abandonar sua loja e procurar um concorrente.
Personalização
Além de tudo o que já falamos aqui, a personalização também precisa ser considerada para quem quer empreender no segmento e-commerce.
Algumas plataformas, principalmente as que oferecem versões gratuitas, são bem limitadas quanto ao uso.
Muitas vezes, os templates oferecidos ajudam em um primeiro momento, mas a longo prazo, você precisa de uma loja que tenha o tom de voz e cara da marca.
Métricas e relatórios
Acessar indicadores para e-commerce e relatórios em tempo real é fundamental para a saúde financeira do seu negócio.
Uma plataforma que não oferece esses dados provavelmente vai te deixar no escuro no meio do caminho, e é importante analisar cada uma delas.
Agora que já vimos quais os pontos de atenção principais, vamos conhecer as 13 melhores plataformas de e-commerce?
Quais são as melhores plataformas de e-commerce do mercado?
Ao longo do crescimento do segmento no Brasil, muitas empresas começaram a oferecer esse serviço, e algumas se destacaram com ótimas integrações e funcionalidades:
1. Tray
A Tray foi adquirida pela Locaweb, mas antes disso, já tinha uma das soluções de e-commerce mais usadas no Brasil. Com a “Tray” você pode criar uma loja de ponta a ponta, com integração de ERPs, meios de pagamento e diversas soluções para amparar uma loja online. Além de uma das melhores plataformas de e-commerce, a Tray (antiga Loja Tray) é líder de mercado – o que valida muito o foco em digitalizar negócios.
Com a Tray, você pode administrar diversos canais através de uma única solução. Essa é a recomendação número 1 da Vindi!
Acesse e conheça: www.tray.com.br.
2. Magento
Outro case é a plataforma Magento. Atualmente, ela é uma das mais completas open source do mercado, com um nível de personalização e gestão que poucas oferecem.
Se você quer saber mais sobre o funcionamento dela e as principais funcionalidades, basta clicar aqui.
3. Dooca
A Dooca é uma excelente plataforma de e-commerce, eles unem uma loja virtual bem alto nível que une design e tecnologia para ajudar você a vender online. Para quem tem uma loja ou uma indústria, recomendamos muito a Dooca.
Acesse e conheça: dooca.com.br.
4. Woocommerce
A Woocommerce é um plugin do WordPress para quem quer ter uma loja virtual, ou transformar um blog em e-commerce.
Muitos blogueiros e influenciadores digitais usam a plataforma Woocommerce por isso, já que é muito mais fácil e prático de realizar a migração da marca.
5. Nuvemshop
Com a NuvemShop, você pode ter acesso a vários diferenciais. Além disso, a Nuvem tem dashboards e um painel de aplicativos muito importante para fazer integrações com redes sociais e ferramentas de performance e conversão.
Com essa plataforma, é possível vender inclusive em marketplaces, se essa opção também for considerada pela sua empresa.
6. Linx
Com mais de 50.000 clientes, a plataforma Linx Commerce oferece uma solução completa para a venda digital, com serviços adicionais e estratégias para otimizar a etapa de implementação, como o atendimento feito por agências.
Dessa forma, você ganha tempo e tem muito mais agilidade, além de ter o suporte de uma equipe de desenvolvedores robusta.
7. Betalabs
A Betalabs foi desenvolvida por alunos da FGV em 2010, que queriam otimizar e acabar com a burocracia das vendas online para pequenas e médias empresas.
Hoje, ela conta com alguns dos clubes de assinatura mais legais do país, como a YVY, a Tag Livros, a Faber Castell, entre outros.
Da mesma forma, a plataforma é completa e dispensa integrações com outras ferramentas, tornando o fluxo mais rápido e trazendo vantagem competitiva aos clubes. Se você quer reduzir gastos com TI, ERP e desenvolvimento, é uma ótima solução do mercado!
8. Boxloja
A Boxloja é um exemplo de plataforma responsiva, além de contar com ferramentas de E-mail Marketing, download de conteúdo e programas de fidelidade.
Além disso, novos empreendedores podem experimentar a plataforma por 15 dias e têm acesso a oportunidades exclusivas.
9. Shopify
Acessibilidade e disponibilidade são marcas registradas da Shopify no Brasil. Além disso, se você se preocupa com a performance dos seus anúncios e campanhas de Marketing, eles têm as melhores soluções de integração.
Portanto, se você quer fazer um teste e conhecer as funcionalidades para e-commerce e clube de assinaturas, lembre-se da Shopify!
10. Loja virtual
Se você está dentro de um nicho específico, como moda e vestuário, a Loja Virtual oferece diversos layouts personalizáveis e está entre as melhores plataformas para e-commerce.
Além disso, você também pode montar clubes de assinatura, ter visitas ilimitadas e acesso a diversas funcionalidades.
11. Wix
A plataforma Wix é voltada principalmente para quem não tem muita experiência com desenvolvimento. No entanto, ela é muito responsiva e adaptada para rodar bem no mobile tanto quanto no desktop.
Além disso, se você usa o serviço de uma subadquirente, essa pode ser uma boa opção de plataforma, já que essa integração é possível com o serviço deles.
12. Loja integrada
A Loja Integrada oferece uma das melhores soluções de integração com plataformas de gestão de pagamentos e de cobrança, de logística e de atendimento.
Dessa forma, basta escolher o plano que mais faz sentido para o momento atual do seu negócio e começar a usar!
13. PrestaShop
A PrestaShop é um grande exemplo de plataforma dedicada, além de ter um visual moderno, cheio de funcionalidades e integrações.
Se você quer um serviço mais completo, e complexo na mesma proporção, e tem tempo para desenvolver sua loja com calma, pode ser uma ótima solução para você!
14. OpenCart
A Opencart funciona como um intermediário entre os serviços oferecidos pela PrestaShop e Woocommerce.
Além disso, o painel de controle é moderno, intuitivo e com módulos personalizáveis que são fáceis de usar. Essa é uma das opções mais simplificadas para usar.
Bônus: VTEX
Da mesma forma, a modularização permite que sejam feitas vendas em múltiplos canais, com integrações com várias ERPs. A VTEX está presente em 24 países e atende mais de 2.000 lojas.
OS 10 MELHORES MARKETPLACES PARA VENDER PRODUTOS E EXPANDIR SUA MARCA
Você já pensou em vender seus produtos em um marketplace?
O conceito de marketplace é extremamente importante dentro do e-commerce e das vendas pela internet: com ele, é possível vender produtos da marca em outros espaços que não a sua própria loja virtual.
Isso não só aumenta o alcance e a exposição da loja, fazendo com que novos clientes em potencial descubram a oferta de produtos da marca, como também potencializa os seus lucros: uma receita bem interessante para o sucesso, não?
Hoje, então, vamos conversar sobre como vender em um marketplace: quais são os dez melhores marketplaces brasileiros, as particularidades e vantagens de cada um e como você pode utilizar esses espaços a seu favor.
Ainda não tem a sua própria loja virtual, mas está cogitando a possibilidade de vender na internet? Nós temos um guia completo sobre o tema – e diversos outros textos que podem te ajudar!

A vida é curta demais para deixar para amanhã. Que tal começar a trilhar seu próprio caminho em direção ao sucesso?
Primeiro passo: criar uma loja virtual
Antes de procurar o marketplace mais indicado para o seu nicho ou produto, é importante criar uma loja virtual.
Afinal, por mais que que numa parceria com um marketplace as estratégias de marketing e a captação de clientes em potencial fiquem totalmente por conta do seu parceiro, é importante que a sua marca tenha um espaço próprio.
Dessa forma, você terá a liberdade de cultivar a sua própria história e uma identidade visual totalmente exclusiva – e também terá um espaço no qual a marca ocupa a posição central, no lugar de ser apenas um nome menor dentro de um marketplace muito maior.
Além disso, vale lembrar que com uma loja virtual em mãos você pode criar as redes sociais da marca, estabelecer uma presença digital firme e, claro, adotar estratégias poderosas de remarketing e retargeting.
E, quando o assunto é vender na internet via loja virtual, não há plataforma melhor que a Shopify. Com milhares de lojistas cadastrados, a Shopify é um centro do e-commerce mundial – e pode ajudar você a construir uma loja virtual em poucos minutos.
Créditos da imagem: Shopify
Há, no entanto, um custo para tantos benefícios. Depois do período de avaliação gratuita de 14 dias, é obrigatório escolher entre um dos três planos de assinatura disponíveis:
- Basic Shopify, que custa US$ 29/mês;
- Shopify, que custa US$ 79/mês;
- Advanced Shopify, que atinge a marca de US$ 299/mês.
Mesmo o plano mais básico conta com recursos e ferramentas relevantes para quem quer realizar vendas pela internet, como canais de atendimento ao cliente, criação de códigos de desconto, certificado SSL e recuperação de carrinhos abandonados.
Outra grande vantagem da Shopify é o elevado número de apps e ferramentas criados por desenvolvedores parceiros, que podem ajudar na criação e no gerenciamento de recursos importantes como a newsletter da marca e as campanhas de e-mail marketing.
Os 10 melhores marketplaces ou sites de vendas do Brasil
Para além de vender em uma loja virtual própria, no entanto, você pode optar por trabalhar em parceria com um marketplace – um canal de vendas já estabelecido, que conta com um bom tráfego e é popular entre ao menos um segmento do seu público-alvo.
O marketplace é, de forma bem resumida, um site para vender coisas. Se você possui algo que quer colocar à venda, pode cadastrar o item em questão na página de produtos da plataforma e pronto: é só esperar até a venda ser realizada.
Assim que o cliente realizar a compra, você receberá uma notificação do marketplace solicitando o envio do item para o cliente final – e, depois disso, receberá o pagamento pela transação.
É um cenário bem mais confortável do que aquele que vemos no gerenciamento de uma loja virtual própria, até porque você não precisa se preocupar em criar e administrar campanhas de marketing – e também pode abrir mão de ter que gerenciar outros aspectos importantes de um e-commerce, como o funil de vendas da loja e o Pixel do Facebook.
Há, no entanto, algumas desvantagens: a principal é que, tal como os programas de afiliados, os marketplaces costumam cobrar um percentual sobre as vendas realizadas na plataforma. No final do dia, depende de você pesar os prós e contras de cada modelo comercial – mas nós estamos aqui para tornar esse processo um pouquinho mais fácil.
Vejamos, então, os 10 melhores marketplaces do Brasil.
Mercado Livre
Créditos da imagem: Mercado Livre
O Mercado Livre é um velho conhecido dos brasileiros: presente como marketplace desde quase os primórdios da internet, a plataforma hoje ocupa a posição de maior site de vendas da América Latina, com mais de 10 milhões de vendedores dos mais diversos nichos e categorias de produto.
O marketplace também apresenta recursos próprios de pagamento e envio: o Mercado Pago e o Mercado Envios, respectivamente.
O Mercado Pago ajuda lojistas de todo o Brasil a receberem pagamentos feitos por cartões de bandeiras diferentes e boletos de bancos diversos – e, além disso, também permite a realização de serviços como recarga de celular e pagamento de contas com QR Code.
O Mercado Envios, por sua vez, permite calcular o frete imediatamente já nos anúncios dos produtos e permite a impressão de etiquetas com os endereços dos clientes, otimizando o processo e a jornada de compra do cliente.
Desde 2017, a plataforma trabalha também com o modelo comercial de fulfillment, no qual o Mercado Livre fica responsável pela gestão do estoque físico dos produtos em um CD (centro de distribuição), pelo processamento do item após a compra e pelo serviço de atendimento ao cliente final.
Sim, é um modelo parecido com o dropshipping – mas guarda as suas particularidades e vantagens próprias.
Em termos de publicidade e marketing, a plataforma conta também com o Mercado Livre Publicidade – um canal que realiza, em parceria com o Google, o envio e a publicação de anúncios em sites diversos.
Amazon
Créditos da imagem: Amazon Brasil
A Amazon é um marketplace gigante e um dos nomes mais tradicionais do varejo online, conhecida no mundo inteiro como um espaço onde é possível comprar de tudo por um preço pequeno. Além disso, a plataforma tem, sem sombra de dúvidas, os prazos de entrega mais competitivos do mercado.
Isso tudo significa que vender na internet – ou, mais especificamente, vender pela Amazon – pode ajudar a incutir nos seus clientes uma sensação de conforto e segurança. E, com o altíssimo de número de clientes que a Amazon gerencia todos os dias, as chances de que você consiga vender seus produtos com uma boa taxa de sucesso são bem altas.
Para vender produtos no site de vendas da Amazon, você vai precisar primeiro se cadastrar como vendedor. Atualmente, a plataforma conta com dois planos de assinatura:
- Individual, para empreendedores que desejam vender menos de 10 itens por mês (a R$2,00 por item + comissão);
- Profissional, para aqueles que querem vender mais que 10 itens por mês (a R$ 19,00 por item + comissão).
Para começar a vender, você só precisa ter em mãos seu CPF ou CNPJ, uma conta bancária vinculada a um desses dois documentos e um cartão de crédito Visa, Master, Dinners ou Elo.
OLX
Créditos da imagem: OLX
Desapega, desapega, OLX!
O marketplace que entrou na cabeça de milhares de brasileiros com um jingle divertido e simples também não podia ficar de fora da nossa lista.
À primeira vista um site para vender apenas coisas ou produtos que não têm mais utilidade na sua casa, a OLX gradualmente foi se transformando em um dos maiores sites de compra e vendas do e-commerce brasileiro.
Atualmente, a OLX é um espaço onde são negociados imóveis, carros e outros itens de altíssimo valor: uma plataforma poderosa e, portanto, vantajosa para marcas que estão buscando uma boa exposição.
Embora ainda tenha recursos exclusivos para pessoas que só querem vender uma bicicleta usada ou uma geladeira já meio velha, a plataforma conta também com Planos Profissionais para interessados em vender na internet.
Esses planos são específicos para o tipo de produto ou categoria de produtos com os quais você deseja trabalhar: imóveis, autopeças, itens diversos e por aí vai. Vale a pena conferir o site da marca e ver se as ofertas cabem no seu modelo de negócios.
Marketplace da Magazine Luiza
Créditos da imagem: Marketplace da Magazine Luiza
A Magazine Luiza é conhecida por ser uma das maiores lojas de eletrodomésticos e eletrônicos do Brasil, e de uns tempos para cá tem dado uma verdadeira aula quando o tema é adaptabilidade a novas tecnologias.
Além de ser uma presença constante no Instagram e em outras redes sociais com a Lu do Magalu, a marca também expandiu o seu modelo de vendas e hoje funciona como um marketplace para lojistas de todo o Brasil.
Como mencionamos anteriormente, vender em marketplace tem as suas vantagens – e a Magazine Luiza oferece outros benefícios bem interessantes, como o Magalu Entregas, o Magalu Ads e a possibilidade de vender os seus produtos até mesmo nas lojas físicas da rede, criando uma experiência multicanal para a marca e para o público-alvo.
Enjoei
Créditos da imagem: Enjoei
O Enjoei é, sem sombra de dúvidas, o marketplace mais especial da nossa lista – não só pelas categorias de produtos com os quais trabalha, mas pela personalidade da marca, que mistura descontração, sarcasmo e ironia na medida certa.
Voltado sobretudo para o público jovem e jovem adulto, esse site de vendas começou como uma espécie de brechó online onde era possível vender aquelas roupas e acessórios que você não queria mais; hoje em dia, no entanto, é um site para vender coisas das mais diversas, como videogames, móveis, celulares, notebooks, joias, itens de marca e muito mais.
Para ser vendedor online no Enjoei, basta criar uma conta na plataforma e começar a montar a sua lojinha.
Marketplace da Netshoes
Créditos da imagem: Marketplace da Netshoes
Se a sua ideia de realizar vendas em marketplace está mais próxima de algo como vender artigos para a prática esportiva, como tapetes de yoga, garrafinhas de água reutilizáveis e outros itens desse nicho, que tal considerar o marketplace da Netshoes?
Tal como o marketplace da Magazine Luiza, o marketplace da Netshoes é um site para vender itens próprios, construído para lojistas e empreendedores que querem aproveitar a exposição e o espaço da marca Netshoes.
Com mais de 54 milhões de visitantes todo mês, a Netshoes é inegavelmente um dos gigantes do mercado de artigos esportivos – e, para tirar proveito desse espaço, você só precisa enviar alguns documentos e preencher informações relevantes para a plataforma.
Uma vez aprovado, você firma um cadastro com o marketplace e pode começar a vender imediatamente.
Marketplace do Facebook
Créditos da imagem: Facebook
Inaugurado em outubro de 2016, o marketplace do Facebook é mais do que um site para vender coisas: é uma integração exclusiva da plataforma, projetada para aproximar vendedores e pessoas interessadas em comprar produtos.
Antes apenas um recurso similar às primeiras versões da OLX e do Enjoei, feito apenas para pessoas que queriam se desfazer de itens já velhos, o marketplace do Facebook está firmando parcerias com a Shopify e outras plataformas de e-commerce para projetar novos recursos exclusivos para empreendedores.
Ainda que o Facebook não cobre nenhuma taxa ou comissão por venda, é importante que você siga as diretrizes e requisitos exigidos pela plataforma.
A seguir, vamos ver um outro site para vender produtos provenientes de um nicho mais específico, tal como o marketplace da Netshoes.
Marketplace da Dafiti
Créditos da imagem: Dafiti
A Dafiti conquistou um espaço de destaque dentro dos melhores sites de vendas da internet. Especializada na venda de roupas, calçados e acessórios, a marca vem expandindo progressivamente a sua presença no mercado – e uma das mais recentes inovações é o marketplace desse site de vendas.
Com mais de 10 milhões de visitantes todo mês e a possibilidade de poder anunciar produtos nos canais da loja, que vão desde redes sociais até newsletters, o marketplace da Dafiti é uma opção interessante para marcas e lojistas que estão tentando encontrar um espaço dentro do nicho de vestuário, tradicionalmente concorrido e extremamente movimentado.
Marketplace do Carrefour
Créditos da imagem: Marketplace do Carrefour
Por último, o marketplace do Carrefour: um dos maiores sites de vendas pela internet do Brasil.
Mais próximo do Mercado Livre, da OLX e da Amazon, o marketplace do Carrefour é ideal para lojistas que procuram um site para vender coisas e itens diversos: de eletrodomésticos, móveis, eletrônicos e itens de decoração até roupas de cama e produtos de limpeza, o Carrefour trabalha com uma ampla gama de itens – e você, lojista, pode tirar proveito disso.
Bônus: B2W Marketplace
Créditos da imagem: B2W Marketplace
Para encerrar a nossa lista com os melhores sites de vendas do Brasil, tínhamos que incluir o B2W Marketplace.
Lar das Americanas, do Submarino e da Shoptime – três gigantes das vendas pela internet – este marketplace é um espaço poderoso para lojistas que querem expandir rapidamente o número de vendas da marca e conquistar níveis mais altos de movimento na loja.
A plataforma não solicita nenhum tipo de investimento inicial para começar a vender, mas trabalha dentro do modelo de comissões.
Como vender em um marketplace: conclusão
Procurar um site para vender produtos e trabalhar em parceria com um marketplace são soluções interessantes para lojistas que querem:
- Expandir o alcance de suas marcas;
- Trabalhar com uma plataforma que possui altos níveis de tráfego orgânico e fica responsável por todas as estratégias de marketing e publicidade;
- Experimentar outros modelos de negócios que não o do varejo tradicional.
Esperamos que esta lista com os melhores sites de vendas do Brasil possa ajudar você a decidir qual é o melhor caminho para a sua loja.
Boa sorte!
INTEGRAÇÃO COM MARKETPLACES + Loja On-Line
A integração com os principais Marketplaces é uma estratégia essencial para quem quer vender na Web, pois aproveita o poder de atração e visibilidade dos grandes players do mercado.
A integração também deve ser estendida ao sua loja on line centralizando os pedidos de vendas, notas fiscais e o controle de estoque no seu ERP.
O bling! é o ERP indicado para centralizar todo o controle das operações mantendo as informações na sua mão.
ERP BLING! INTEGRADO COM Shopee
Conheça a Shopee
Uma plataforma de vendas online singapurense que pertence ao Sea Group, e hoje é um dos maiores e-commerces do mundo que acredita no poder transformador da tecnologia e quer conectar vendedores e compradores em uma única comunidade. No Brasil a Shopee é o aplicativo de compras com maior número de downloads é considerada a plataforma de compras número 1 do sudeste asiático.
Vantagens da Shopee
A plataforma de vendas Shopee apresenta vantagens para o vendedor pois não tem taxa de comissão ao marketplace, e o lojista só precisa estar integrado para iniciar as suas vendas. Outras vantagens são interessantes para vender na Shopee, confira:
Gratuidade: A Shopee não tem taxa de inscrição até o final de 2020 de e 0% de comissão sobre as vendas e anúncios, além de isenção de frete. O que o lojista vender fica totalmente para a sua loja.
Visibilidade: Por ser um marketplace muito acessado, quando o lojista participa das campanhas da Shopee, ele ganha muitas visitas na sua loja. O cliente pode encontrar seu negócio facilmente navegando pelo marketplace Shopee.
Suporte de vendas: É possível acompanhar todos os dados de venda e rastreamento de entrega pela Central do Vendedor, além de contar com um Gerente de Contas para te ajudar quando necessário.
Conheça os benefícios da integração do Bling com a Shopee
Com a sua loja integrada através do Bling, o seu comércio eletrônico passa a ter várias frentes de vendas em diversos canais, e ainda controlar o seu estoque, vendas, pedidos e entregas através de um mesmo sistema de gestão.
A integração Bling e a Shopee traz benefícios para o lojista, pois para começar as vendas só é necessário acompanhar os resultados através de um celular com internet, podendo criar anúncios e monitorar as vendas de qualquer lugar.
Receba o contato da Shopee, preenchendo este formulário.
Benefícios da integração Bling + Shopee
- Importação de PedidosCom a integração entre Bling e Shopee a importação de Pedidos é facilitada, rapidamente você estrutura os pedidos dentro do Bling.
- ProdutosA integração facilita importação e exportação de Produtos, de maneira simples e prática. Com dados precisos, atualizações automáticas e controle de todo processo.
- Sincronização de estoqueA Sincronização do estoque é fundamental para o controle das vendas no Marketplace. A integração oferece rapidez e atualização automática da funcionalidade.
Por que é importante fazer a integração Bling ERP + Shopee?
Através de uma integração com o sistema de gestão e o marketplace é possível automatizar os processos e atender às necessidades de cruzamentos de dados para uma boa gestão de negócios.
Integrar as vendas entre Bling ERP e Shopee é um caminho para vender mais, sem precisar fazer o caminho manual de gestão e administração do negócio. Com as vendas acontecendo em canais grandes e variados é importante contar com um ERP para evitar erros e garantir uma boa experiência na jornada de compra do cliente.
Quer saber mais sobre sobre a integração Bling e Shopee?
Fazer a integração entre as plataformas é fácil e pode ser feita através do painel principal do ERP, incluindo o marketplace desejado e fornecendo as informações solicitadas.
Para configurar a integração no Bling, é necessário possuir uma conta na Shopee, como comprador, para então conseguir criar uma conta como vendedor, onde deverá configurar sua loja na Shopee. Após esta etapa, basta acessar o seu Bling e incluir a Shopee para iniciar o processo de autenticação.
Para que seus produtos estejam em sincronia entre o Bling e a Shopee, é necessário que haja um vínculo entre eles. Para fazer a integração através do Bling é preciso seguir os passos do manual de integração e realizar a configuração entre as plataformas conforme as regras de operação.
Pesquisa faz um panorama do setor de marketplaces e mostra tendências e oportunidades
O e-commerce brasileiro está crescendo a passos largos. As vendas online movimentaram R$ 61,9 bilhões no Brasil em 2019, conforme dados da Ebit|Nielsen, e parte significativa dos pedidos ocorreu em marketplaces. Pensando em analisar o crescimento desses grandes sites, a startup e solução de vendas Olist lançou a pesquisa Vender em Marketplaces 2020: diagnóstico e tendências no Brasil.
A 3ª edição do estudo foi realizada com mais de 350 lojistas do país e contou com o apoio da Rock Content. No levantamento, foram explorados temas como perfil comercial e operacional das lojas participantes, presença em marketplaces e desafios e oportunidades dos grandes sites de venda.
O que a pesquisa revela sobre o cenário de marketplaces no Brasil
Consolidação da venda em marketplaces
A pesquisa produzida pelo Olist comprova que a venda em marketplaces já é estratégia consolidada no mercado e não apenas uma tendência. Dos participantes do estudo, 70% já anunciam em grandes sites e 26% pretendem anunciar em breve. Além disso, 67% das lojas que vendem em marketplaces utilizam a estratégia há um período entre um ano e mais de cinco anos, o que reforça a consolidação do modelo.
“Por meio da venda em marketplaces, muitas lojas estão conseguindo superar o momento desafiador pelo qual o varejo e a economia estão passando. No atual contexto de pandemia, o e-commerce ganha ainda mais força e torna-se uma das principais alavancas de crescimento para os negócios brasileiros”, explica Saulo Marti, diretor de Marketing do Olist.
Em relação ao motivos que levam lojistas a anunciarem nesses canais, o principal é aumentar as vendas – objetivo de 75% dos entrevistados. Junto a isso, está a busca por alcançar novos clientes, acompanhar uma tendência de mercado e fortalecer a marca na internet, conforme revela o estudo.

Diversificação dos canais de venda
Quando o assunto é marketplaces, diversificação de canais é a palavra-chave. Muitos lojistas investem nos grandes sites pensando em diminuir a dependência de uma única fonte de faturamento e aumentar o alcance da marca. Por isso, anunciar em diferentes canais é estratégia comum entre os profissionais de venda.
Nesse contexto, é válido observar os sites que ocupam o ranking de favoritos entre os lojistas. De acordo com o estudo do Olist, o líder é o Mercado Livre, marketplace utilizado por 80% dos respondentes. Em seguida, aparece o Grupo B2W, formado pelos sites Americanas.com, Submarino e Shoptime, usado por 72% dos lojistas.
Outros dois destaques são a Amazon e o Magazine Luiza, marketplaces que tiveram grande crescimento entre 2018 e 2019. O número de lojistas presentes nesses sites no período cresceu 17,5% e 13%, respectivamente.

Formalização e profissionalismo
Junto à consolidação da estratégia, nota-se a formalização cada vez maior de lojistas de marketplaces. Enquanto em 2018 3,6% dos participantes da pesquisa afirmaram não ter loja formalizada, em 2019 esse número ficou zerado. A profissionalização dos vendedores demonstra o amadurecimento do setor e da estratégia das lojas.
No quesito formalização, o principal regime tributário adotado pelas empresas é o Simples Nacional (60%), que contempla empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Em seguida, aparece a modalidade MEI (Microempreendedor Individual), utilizada por lojas que faturam até R$ 81 mil ao ano e adotada por 24% dos respondentes da pesquisa.

Relevância dos investimentos em marketing
A pesquisa do Olist revela que 66% dos lojistas fazem ações focadas em marketing e que a mídia paga ocupa lugar de destaque nessa estratégia. Facebook Ads, Instagram Ads e Google Ads estão entre os canais mais utilizados pelas empresas, mas campanhas pagas em marketplaces e no LinkedIn também fazem parte da lista.
Já em relação a tráfego orgânico, as estratégias mais utilizadas pelos participantes são de redes sociais, e-mail marketing e blogs. No entanto, o investimento nessas três frentes caiu entre 2018 e 2019 (-25%, -30% e -34%, respectivamente), de acordo com o levantamento do Olist.

Evolução logística
Mais um destaque diz respeito à operação logística das lojas que anunciam em marketplaces. Conforme aponta a pesquisa, 61% dos lojistas investem em outras soluções logísticas além dos Correios. Entre elas estão transportadoras e serviços privados como Jadlog (47%), Mercado Envios (31%) e B2W Envios (30%).

Integração entre comércio online e offline
Frente ao rápido crescimento do e-commerce, há quem pense que o comércio físico esteja fadado ao desaparecimento. No entanto, a pesquisa Vender em Marketplaces demonstra que estratégias offline continuam relevantes para as lojas. Os seguintes dados vão ao encontro disso:
- Mais de 13% dos lojistas têm loja física
- 3,2% das lojas realizam venda porta a porta
- Quase 3% dos respondentes vendem em eventos
Esses números indicam que o varejo está caminhando para a integração cada vez maior entre as vendas online e offline. “Ter apenas uma loja física já não é suficiente para atender às necessidades dos consumidores, que buscam cada vez mais comodidade e liberdade para escolher onde e quando comprar. Por isso, investir em uma estratégia omnichannel, com o online e o offline bem integrados, é um diferencial poderoso para as empresas”, explica o diretor de Marketing do Olist.
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