Devoluções no E-commerce podem custar 30% acima do valor reembolsado, aponta estudo
O crescimento das vendas pela internet tem intensificado a pressão sobre uma área crítica das operações do varejo: os custos associados às devoluções. Segundo estimativas do Global Annual Ecommerce Report, elaborado pela ACI Worldwide, para cada US$ 1 milhão em reembolsos provenientes de devoluções, o custo total para os comerciantes pode acumular até US$ 1,3 milhão.
A análise leva em conta não só o montante devolvido ao cliente, mas também custos relacionados à logística reversa, desvalorização de estoque, reprocessamento, taxas de pagamento que não podem ser recuperadas e prejuízos decorrentes de fraudes e abusos. O estudo examinou bilhões de transações realizadas mundialmente pela empresa durante o ano de 2025.
Conforme Cleber Martins, diretor de Inteligência de Pagamentos e Soluções de Risco da ACI, o tema das devoluções evoluiu de uma questão puramente operacional para um tópico que faz parte da estratégia das empresas, especialmente em setores com margens mais estreitas. Ele destaca que a análise de grandes volumes de dados possibilita reconhecer padrões de conduta, distinguir entre consumidores habituais e aqueles com maior potencial de risco, além de auxiliar na tomada de decisões que minimizem perdas sem prejudicar a experiência de compra.
Fraudes ampliam o impacto
O problema vai além da quantidade de produtos devolvidos. De acordo com um estudo da Appriss Retail em parceria com a Deloitte, os comerciantes enfrentaram perdas de aproximadamente US$ 103 bilhões em 2024 devido a devoluções e fraudes relacionadas. Essa informação evidencia a urgência de implementar um controle mais rigoroso e um acompanhamento dos procedimentos de reembolso.
A importância do assunto aumenta junto com o crescimento do comércio eletrônico. Segundo a ACI, os montantes de pagamentos pela internet cresceram 28,3% em 2025, enquanto o total financeiro das transações teve um aumento de 34,3% nesse mesmo intervalo. Os reembolsos, por sua vez, representaram entre 2,5% e 3% do total de pagamentos ao longo do ano.
A sazonalidade intensifica a pressão. Entre novembro e dezembro, meses tradicionalmente mais fortes para o varejo, concentraram-se cerca de 20% de todos os reembolsos registrados em 2025. Apenas em dezembro, a taxa chegou a 2,89%, acima da média de 2,25% observada entre janeiro e outubro.
Para o executivo, o cenário explica a revisão de políticas de devolução e o investimento crescente em ferramentas de análise em tempo real. A proposta, segundo ele, é equilibrar conveniência e controle, personalizando a jornada para consumidores de baixo risco e adotando critérios mais rigorosos nos casos com maior exposição.
Logística reversa ganha escala
A pressão sobre custos também impulsiona o mercado de logística reversa. Estudo da Grand View Research estima que o setor global, que engloba soluções de gestão de devoluções, triagem, automação e rastreamento, movimentou cerca de US$ 768 bilhões em 2023 e deve crescer a uma taxa média anual próxima de 6% até 2030.
O movimento acompanha a expansão do comércio eletrônico e indica uma tendência de profissionalização dos processos de devolução, com maior uso de tecnologia e análise de dados para reduzir perdas e preservar margens.
Novos canais como Temu e TikTok Shop chegam permitindo vender mais em 2026
Vender mais em 2026 passa por usar bem os novos canais de venda e ter um plano de marketing e vendas claro. Temu e TikTok Shop chegaram para se somar a gigantes como Shopee, Mercado Livre e Amazon, ampliando o leque de oportunidades para pequenos e médios negócios.
O ano será desafiador. Teremos eleições e Copa do Mundo, que dividem a atenção do consumidor, mas também abrem janelas importantes de consumo e com um cliente mais digital e exigente: 75% já compram pelo celular e 14% dizem ser influenciados pela inteligência artificial em suas decisões de compra, de acordo com uma pesquisa recente da Tray. É nesse cenário, com mais canais, competição e tecnologia, que o lojista precisa organizar a casa para crescer.
Planejamento de marketing e vendas: o que precisa estar no papel
Negócios que crescem de forma consistente sabem aonde querem chegar antes de apertar o botão “publicar”. Um bom plano de marketing e vendas para 2026 deve responder, de forma objetiva, a: o que vender e com quais metas de faturamento e margem; se o foco será aumentar ticket médio, recorrência ou abrir novos canais como Temu e TikTok Shop; qual é o perfil atual de cliente e quais novos públicos se deseja atingir; e quanto será investido em marketing por mês e em quais períodos faz sentido acelerar (Dia do Consumidor, Dia das Mães, Black Friday, Copa e calendário próprio da marca).
Com isso definido, o calendário deixa de ser apenas uma lista de datas e vira roteiro: cada ação com objetivo, canal, verba, meta de vendas e margem mínima. Isso evita o cenário comum nas PMEs em que a campanha é lançada só porque “a data chegou”, sem conexão com uma estratégia maior.
Enxergar os marketplaces como laboratórios diferentes
Cada marketplace tem suas regras, público e dinâmica. O que funciona em um pode não performar em outro. Em Temu e Shopee, faz sentido testar produtos de entrada com forte apelo de preço e variedade, participar de campanhas como 11/11 e 12/12 e observar rapidamente quais itens ganham tração.
No TikTok Shop, o jogo é mais visual: produtos que “se explicam” em vídeo curto ou live, com bom storytelling, tendem a performar melhor, especialmente quando há conteúdo recorrente. Já em canais como Mercado Livre, Magalu e Amazon, é necessário estar bem posicionado em buscas amplas e manter nível de serviço alto para preservar reputação.
Para navegar tudo isso, contar com uma plataforma de e-commerce integrada aos marketplaces é decisivo, pois permite acompanhar o desempenho de todos os canais em um único painel, facilitando a comparação de resultados, realocação de esforços e corte de campanhas que não estão performando bem.
Estoque e frete como parte da estratégia
Quando estoque e frete estão alinhados ao plano, cada campanha tem mais chance de ser lucrativa e não apenas “gerar movimento”. O lojista precisa avaliar histórico de vendas, sazonalidade e canais para planejar compras e negociar com fornecedores a fim de evitar falta de produtos, atraso em entregas ou mesmo encalhe.
No frete, o erro clássico é o “frete grátis para tudo”. Em PMEs, isso costuma corroer a margem com rapidez. Hoje a logística é parte da experiência do cliente, e na conclusão da compra contam vários fatores: valor, prazo, rastreio e um bom atendimento, em caso de algum problema com o produto ainda no seu processo de envio ao cliente.
Por isso, em vez de oferecer frete grátis, vale investir em um valor mínimo de pedido para liberar frete promocional, pois isso contribui para o aumento do ticket médio. Também é possível adotar condições diferenciadas por região e canal de venda e utilizar fretes mais agressivos em campanhas de aquisição, compensando depois em recorrência e ticket médio.
Automação e inteligência artificial para destravar tempo
Com mais canais, campanhas e oportunidades, cresce o risco de o lojista ficar preso em tarefas manuais. Automação e inteligência artificial entram para liberar tempo e permitir que a PME pense mais em estratégia.
Com plataformas de e-commerce, é possível centralizar pedidos de marketplaces, social commerce e loja própria em um único painel; integrar com ERPs para sincronizar estoque e financeiro; emitir notas fiscais e etiquetas em lote; recuperar carrinhos abandonados com fluxos automáticos por e-mail e WhatsApp; e usar aplicativos como Enviou ou Sak para monitorar “quase clientes” e disparar mensagens personalizadas.
A IA já está presente tanto no comportamento do consumidor quanto nas ferramentas disponíveis. Ela ajuda a testar variações de anúncios, melhorar descrições de produtos, montar segmentações básicas e entender padrões de abandono de carrinho com base nos dados da própria loja. Quanto mais essas rotinas são automatizadas, mais o empreendedor consegue focar em decisão de portfólio, preço e posicionamento.
Gestão, margem e planejamento como rotina
No fim, tudo volta à gestão. Operar loja própria e grandes marketplaces só faz sentido se o lojista sabe onde ganha e onde perde dinheiro. Alguns indicadores que deveriam entrar na rotina: margem por canal, ticket médio e taxa de recompra, custo por pedido, prazo médio de entrega e o impacto de promoções e políticas de frete no resultado final. É aqui que o planejamento deixa de ser um documento produzido em dezembro e vira processo contínuo: rever mensalmente o que foi feito, comparar com o plano, aprender com erros e acertos e ajustar a rota.
Concluindo, o início de ano traz desafios para quem quer crescer no varejo – segmento dinâmico e sensível às volatilidades da economia. No e-commerce, podemos surfar em previsões promissoras: ultrapassaremos os 100 milhões de compradores online no país, segundo a ABComm, ou seja, há espaço para fazer as vendas crescer. Mas só avança quem planeja com antecedência e adota tecnologias que permitam automações e ganho de tempo para desempenhar estratégias para escalar o negócio.
A reputação se tornou o “ouro” na era da IA, é o fim do marketing de fachada
A NRF 2026 entregou um recado duro para quem insiste em viver de “futurologia”: o futuro, na prática, acabou. O varejo agora se resume à execução em tempo real. Se até ontem discutíamos a potencial transformação da inteligência artificial no setor, hoje a vemos comprimindo ciclos de inovação de anos para meras semanas.
No meio desse turbilhão de termos como agentes autônomos e clientes sintéticos, um pilar emergiu, incontestável, como o ativo estratégico mais valioso de qualquer marca: a reputação digital.
1. Do logo ao “trust score”: o advento do agentic commerce
Um dos conceitos mais quentes em Nova York este ano foi o agentic commerce. A lógica é simples e disruptiva: seu próximo cliente pode não ser um humano, mas o robô enviado por ele. O consumidor só define critérios – “presente até R$ 200, entrega em 2 dias”, por exemplo -, e o agente de IA assume: pesquisa, compara e finaliza a compra sem qualquer intervenção humana.
Nesse jogo, a marca deixa de ser apenas um logo atraente para se converter em um score de confiança técnico e totalmente mensurável. A IA não se deixa seduzir por campanhas publicitárias emocionais; ela consome dados crus e objetivos: avaliações, índices de devolução, tempos de entrega e menções sociais. Se a sua marca não sustenta uma reputação sólida e inequivocamente verificável, ela será, simplesmente, invisível para os algoritmos de compra.
2. A anatomia da reputação: como construir confiança para a IA
Ao contrário de um humano, que pode ser influenciado pela estética, o agente de IA “lê” a reputação a partir de quatro dimensões técnicas que o varejista precisa dominar a partir de agora:
– Volume e recência (freshness): para um algoritmo, uma avaliação de seis meses é um dado irrelevante, morto. Dados da Harmo mostram: 27% dos consumidores (e 100% dos algoritmos de busca local) priorizam o que aconteceu nos últimos sete dias. Construir reputação para a IA exige metas diárias de coleta. Se a loja abriu, é obrigatório gerar novos sinais de vida digital.
– Análise de sentimento e semântica: os modelos de linguagem (LLMs) vão muito além da nota 5 estrelas. Eles dissecam o texto das avaliações em busca de palavras-chave contextuais. Se o cliente reforça “entrega rápida” e “produto de qualidade”, a IA associa esses atributos diretamente à marca. Responder a essas avaliações usando termos estratégicos é, em essência, “ensinar” a IA sobre a sua excelência.
– Consistência de dados (NAP – Name, Address, Phone): a IA é um mestre em cruzar informações. Se o horário de funcionamento no Google Perfil de Empresas está diferente do site oficial, o score de confiança desaba. A reputação, para o algoritmo, começa na integridade absoluta dos dados básicos de cada unidade física.
– Taxa de resposta e engajamento: o algoritmo interpreta a interação como sinal de uma operação ativa e saudável. Empresas que ignoram avaliações sinalizam um risco operacional óbvio para a IA. Responder com agilidade e personalização é, hoje, um fator crítico de ranqueamento, conforme o Whitespark 2026.
3. O algoritmo “humano” e a realidade brasileira
No Brasil, essa tendência ganha uma camada ainda mais crítica. Somos o país campeão em buscas locais, com 60% do volume diário do Google exibindo intenção de compra na vizinhança. O relatório Whitespark 2026 confirma: o Google agora prioriza os “sinais humanos” no lugar de apenas sinais técnicos.
O Google avalia as lojas como se fosse um consumidor, dando peso máximo à recência, à frequência e ao sentimento genuíno das avaliações. Experiência não é mais um diferencial; experiência virou aquisição. Na jornada online-to-ofline, a reputação é a única coisa que garante que o clique no mapa se concretize em um passo dentro da loja.
4. Da cultura do teste à era da simulação
Outro insight que define a NRF 2026 é a migração da “cultura do teste” para a era da simulação. Com o uso de clientes sintéticos – gêmeos digitais alimentados por dados reais de comportamento e histórico -, empresas podem simular milhares de cenários antes de investir sequer um centavo no mundo real.
Essa mudança permite que o varejista erre mil vezes no ambiente virtual para acertar de primeira na operação real. Podemos prever qual desconto maximiza a conversão sem detonar a margem, ou como diferentes segmentos reagiriam a uma nova jornada de compra. A simulação reduz drasticamente o custo de validação de hipóteses, mas só funciona se a sua base de dados – suas avaliações e feedbacks – for autêntica e robusta.
5. O novo papel do varejista: de general a advisor
A tecnologia, no entanto, não está aqui para substituir o humano; ela o reposiciona. O case do JP Morgan na NRF sugere que a IA será o “general” que executa as batalhas operacionais (precificação dinâmica, gestão de estoque, triagem de e-mails), enquanto o líder humano precisa ser o advisor (conselheiro estratégico).
O valor migrou da capacidade de execução para a capacidade de ensinar a máquina a executar com a excelência dos seus melhores talentos. O seu maior ativo de treinamento para a IA é, e sempre será, a voz do seu cliente capturada em escala.
Conclusão: a melhor estratégia de marketing é ser excelente
A “verdade incômoda” revelada nessa NRF é definitiva: não há mais como “hackear” a reputação com marketing superficial. No futuro – que já começou -, a única estratégia de crescimento que importa é ser, genuinamente, excelente em cada ponto de contato.
Se a sua empresa opera sem dados unificados em tempo real e não gerencia ativamente suas avaliações, está voando às cegas. Em um mundo onde robôs já estão tomando as decisões por nós, a transparência e a prova social são as únicas moedas que compram a passagem para a próxima etapa da jornada de compra.
A sua marca na era pós-redes sociais
Bem-vindos à era pós-redes sociais. Um período em que o social cede espaço ao entretenimento. Quem acompanhou o surgimento e a consolidação das redes sociais chegou até aqui acreditando em uma lógica simples: quanto mais seguidores, maior o alcance. Quanto maior o alcance, mais vendas.
Acontece que agora essa lógica morreu. Aliás, ela veio sendo desconstruída silenciosamente pelas plataformas, até o momento em que se tornou impossível ignorar.
A especialista em redes sociais Rachel Karten chama esse fenômeno de era pós-social: um cenário em que as redes continuam existindo, mas já não funcionam mais como redes sociais, não no sentido original e literal da palavra.
O fim do social
Durante décadas, a comunicação seguiu um modelo claro: mídia de massa. Rádio, televisão, jornal, os grandes veículos funcionavam como canais de distribuição controlados. Uma mensagem, uma campanha, amplificada para milhões de pessoas ao mesmo tempo.
Esse modelo funcionava, mas era unilateral.
As redes sociais surgiram prometendo quebrar essa lógica. Elas trouxeram a ideia de conversa, proximidade, diálogo. De repente, as marcas podiam falar diretamente com as pessoas. O alcance parecia mais democrático. A rede social parecia, de fato, social.
Só que esse modelo não se sustentou.
Com o tempo, as plataformas perceberam que entregar tudo para todos não era eficiente – nem para o negócio delas, nem para o usuário. O feed cronológico perdeu espaço. O algoritmo entrou em cena. A lógica de recomendação substituiu a lógica de relacionamento.
O resultado? O modelo “social” como conhecíamos fracassou.
A era pós-redes sociais é um período em que o conteúdo já não é distribuído com base em quem te segue, mas sim em quanto tempo de atenção ele consegue reter.
O que estamos vendo, na prática, é um retorno ao passado, à comunicação de massa, só que com novas regras. Não é mais o editor da TV que decide o que vai ao ar. É o algoritmo. Não é mais a grade de programação fixa. É o feed infinito.
A ironia é clara: depois de prometerem proximidade, as redes voltaram a funcionar como mídia de massa. A diferença é que agora a competição não é por espaço na programação, mas por atenção em tempo real. E isso muda tudo.
A nova era
Para marcas e e-commerces, o desafio não é mais apenas “estar presente nas redes”, mas entender que o jogo voltou a ser de distribuição, repetição e familiaridade, exatamente como sempre foi na mídia.
A pergunta, portanto, não é: as redes sociais morreram? Não, elas não morreram. Elas mudaram de papel.
O social deixou de ser o sobre relacionamento. Virou também palco, entretenimento.
Cada post agora é um teste de resistência, mediado por algoritmos baseados em tempo de atenção e engajamento. O conteúdo escala ou afunda de acordo com esse desempenho.
Isso explica por que postar parece mais difícil, por que o alcance oscila sem lógica aparente e por que conteúdos “bons” morrem rápido
Não seu conteúdo que piorou. É o ambiente que mudou.
Sua concorrência não é mais quem vende o mesmo que você, é qualquer marca ou criador que capture mais atenção do que você.
Como disse Derek Thompson, “tudo é televisão”. As plataformas agora funcionam como programação, têm grade, episódios, formatos reconhecíveis. Não por acaso, vemos marcas apostando em quadros fixos, personagens recorrentes, séries e narrativas contínuas. A familiaridade passou a ser um ativo poderoso. O algoritmo favorece o que ele entende, e o público também.
Criando novas conexões
Se o feed hoje funciona muito mais como um espaço de descoberta, a pergunta inevitável é: onde acontece a conexão real? A resposta é simples fora dele.
É exatamente por isso que estamos vendo o crescimento de newsletters, comunidades fechadas, grupos, eventos presenciais e canais diretos. Esses espaços voltaram a ganhar relevância porque oferecem algo que o feed já não entrega com consistência: profundidade de relação.
A dinâmica lembra bastante a era dos blogs dos anos 2010. Menos alcance, mais profundidade. Menos volume, mais vínculo. Um modelo que não depende de viralização constante, mas de interesse genuíno.
O feed, hoje, cumpre outro papel. Ele chama atenção. Coloca a marca no radar. Abre a porta. A relação, no entanto, se constrói em outro lugar.
Novos modelos de postagem
Quando o feed deixa de ser um espaço garantido de distribuição e passa a funcionar como um sistema de recomendação, as marcas precisam se adaptar. E o que estamos vendo, na prática, é o surgimento de novos modelos de postagem
1. O modelo do volume estratégico
Algumas marcas optaram por aumentar a frequência de postagem, mas não por desespero. A lógica aqui é simples: se cada post é um teste, mais testes aumentam a chance de escala.
2. O modelo de séries e formatos recorrentes
Outro movimento claro é o crescimento de conteúdos seriados. Marcas estão criando quadros fixos, formatos reconhecíveis e narrativas contínuas.
Nesse modelo, o conteúdo deixa de ser um post isolado e passa a funcionar como um “episódio”. A marca não depende de um único pico de alcance, mas constrói presença de forma cumulativa.
3. O modelo híbrido: rotina + picos de campanha
Há também marcas que combinam conteúdos recorrentes com momentos estratégicos de campanha. Elas mantêm uma base constante, que sustenta o relacionamento, e usam lançamentos, ações comerciais ou colaborações para gerar picos de atenção.
Aqui, o feed não é apenas entretenimento nem apenas vitrine. Ele é orquestrado.
Independentemente do modelo escolhido, há algo que todas essas marcas entenderam: o feed não é mais sobre seguidores, é sobre sistema. Sistema de distribuição, repetição, reconhecimento e atenção.
A verdade é que não existe um caminho certo. Existe o caminho que faz sentido para a estrutura, o produto e o momento da marca.
Mais do que perguntar o que postar, o e-commerce precisa decidir como quer existir no feed.
Na era pós-redes sociais, postar não é mais um ato isolado. É uma decisão estratégica.
2026 – A evolução do marketplace! Por que os verticais estão crescendo mais rápido?
Durante anos, o modelo de marketplace generalista dominou o comércio digital. A lógica era simples: quanto mais categorias, mais sellers, mais audiência e, consequentemente, mais escala. Esse modelo foi fundamental para a digitalização do consumo e para a consolidação do e-commerce como o conhecemos hoje. Mas, à medida que o mercado amadurece, uma pergunta começa a ganhar força: em 2026, ainda haverá espaço para marketplaces que tentam ser tudo para todos?
Os números e o comportamento do mercado indicam uma mudança clara de direção. Marketplaces verticais, ou seja, focados em nichos específicos, segmentos bem definidos ou cadeias produtivas especializadas, estão crescendo mais rápido, com margens melhores e maior fidelização. E isso não é coincidência.
Especialização como vantagem competitiva
Esse movimento tem acontecido e ganhado força porque o consumidor mudou (e muito) nos últimos anos, forçando a mudança de postura, entregas, jornada de compras e experiência por parte das grandes plataformas.
Ao fazermos uma análise rápida, o principal ativo dos grandes marketplaces generalistas sempre foi a escala. No entanto, a escala por si só já não garante diferenciação. Em plataformas muito amplas, a competição por preço se intensifica, a experiência do usuário se fragmenta e o valor percebido diminui.
Já os marketplaces verticais constroem relevância. Eles entendem profundamente as dores, as regras, os ciclos de compra e as particularidades de um setor específico. Isso se traduz em curadoria mais eficiente, linguagem adequada, serviços especializados e uma experiência muito mais aderente às expectativas do cliente.
O papel da inteligência e confiança no comércio digital
Em mercados cada vez mais complexos, como o que vivemos atualmente, o consumidor busca mais do que conveniência. Ele busca confiança, e ela nasce da especialização. Por isso que marketplaces verticais se posicionam como autoridade em seus segmentos. Eles conhecem as normas, certificações, padrões técnicos, sazonalidades e riscos envolvidos em cada tipo de compra. Isso reduz incertezas, encurta o ciclo de decisão e aumenta o ticket médio.
Outro fator decisivo é a qualidade da inteligência de mercado gerada. Em plataformas generalistas, os dados são amplos, mas muitas vezes superficiais e raros. Nos verticais, os dados são mais profundos, contextualizados e diretamente conectados à tomada de decisão.
Esse nível de detalhe permite prever demanda com mais precisão, identificar tendências específicas de um setor, apoiar inovação de produtos e oferecer insights estratégicos reais aos sellers e parceiros. Para empresas que operam nesses ecossistemas, essa inteligência é tão valiosa quanto o próprio canal de vendas.
Por fim, falar em “fim” dos marketplaces generalistas talvez seja um exagero. Eles continuarão relevantes, especialmente em compras de conveniência e alto giro. Mas o crescimento acelerado, a inovação e o maior valor estratégico estão migrando para os verticais. Por isso, a máxima de 2026 é entender que, no mundo digital atual, relevância vence volume.
Transformação digital é a principal estratégia de sobrevivência para PMEs
Durante muito tempo, a transformação digital foi tratada como um território exclusivo das grandes corporações. Projetos caros, ciclos longos de implementação e equipes altamente especializadas alimentaram a percepção de que inovar era sinônimo de alto investimento. Essa narrativa, no entanto, já não se sustenta. Em um cenário marcado por mudanças aceleradas, concorrência ampliada e consumidores cada vez mais exigentes, são justamente as pequenas e médias empresas que mais dependem da inovação para manter relevância, competitividade e sustentabilidade.
Por que a inovação digital é estratégica para as PMES
Essa virada acontece porque a transformação digital passou a ocupar um papel estratégico. Não se trata de adotar ferramentas por modismo, mas de repensar a forma como o negócio opera, se comunica e entrega valor ao cliente. Para as PMEs, inovar começa com uma mudança de mentalidade: sair do improviso, abandonar decisões baseadas apenas na intuição e estruturar processos orientados por dados, objetivos claros e foco no cliente. A tecnologia entra como meio, não como fim, e é justamente por isso que um dos maiores equívocos cometidos por pequenas e médias empresas é associar inovação a grandes orçamentos.
Na prática, os ganhos mais relevantes costumam surgir de ações simples e bem direcionadas, como automatizar tarefas operacionais, organizar informações comerciais, acompanhar indicadores de desempenho e melhorar a comunicação com clientes – movimentos capazes de já gerar saltos expressivos de produtividade. Esse impacto não é apenas teórico. Um estudo da McKinsey aponta que empresas que adotam automação em suas operações podem aumentar a produtividade em até 45% ao longo de cinco anos, evidenciando que eficiência está muito mais ligada a decisões estratégicas do que ao tamanho do investimento.
Além disso, ferramentas que antes eram inacessíveis, como CRMs, plataformas de automação de marketing, soluções de análise de dados e aplicações de inteligência artificial, hoje estão ao alcance de negócios de todos os portes, tornando-as mais intuitivas, escaláveis e financeiramente viáveis. A própria adoção da IA pelas PMEs brasileiras reflete esse movimento. Segundo a pesquisa “Futuro das Empresas: o impacto da Inteligência Artificial nas PMEs”, realizada pela HostGator, 61,41% dos empresários brasileiros já utilizam inteligência artificial em suas operações, e 46% afirmam que essa tecnologia faz parte da rotina do negócio. Mais do que uma tendência emergente, a IA já se consolida como uma ferramenta prática de gestão.
Como marketing e digitalização impulsionam crescimento sustentável
O levantamento também revela uma percepção amplamente positiva sobre o impacto da tecnologia. Entre os entrevistados, 68,34% acreditam que a inteligência artificial ajudará as PMEs a crescer e se tornar mais competitivas nos próximos cinco anos, enquanto 91,63% confiam em seu potencial para melhorar a eficiência operacional. Esses dados reforçam que a transformação digital passou a ser um caminho concreto para ganhos de escala, produtividade e tomada de decisão mais qualificada.
No marketing, essa transformação é ainda mais evidente. Estar presente no digital já não é suficiente, porque publicar conteúdos sem estratégia ou investir em mídia sem análise de resultados tende a gerar desperdício de recursos e frustração. A inovação, nesse contexto, passa pelo uso inteligente de dados, pela personalização da comunicação e pela integração entre canais digitais e físicos. Quando o marketing é pensado como parte do modelo de negócio, ele deixa de ser custo e se transforma em alavanca de crescimento.
A automação de processos internos reduz erros, aumenta a velocidade das entregas e libera tempo das equipes para atividades estratégicas, como inovação, relacionamento com clientes e desenvolvimento de novos produtos ou serviços. Ao mesmo tempo, a digitalização favorece uma gestão mais profissional, baseada em métricas claras, indicadores de desempenho e acompanhamento contínuo dos resultados, elementos essenciais para a longevidade das PMEs.
Diante disso, a grande vantagem competitiva das pequenas e médias empresas é a agilidade. Estruturas mais enxutas e menos burocráticas permitem testar soluções, ajustar estratégias e implementar melhorias com rapidez. Quando essa agilidade é combinada com visão estratégica, tecnologia adequada e entendimento profundo do mercado, o potencial de crescimento se multiplica. As PMEs deixam de apenas reagir às mudanças e passam a moldar suas próprias oportunidades.
No fim, transformação digital não é sobre seguir tendências, mas sobre usar a inovação de forma inteligente para gerar valor real. Empresas que compreendem essa lógica deixam de competir apenas por preço e passam a disputar espaço por diferenciação, experiência e relevância. Em um mercado cada vez mais conectado e dinâmico, a inovação deixa de ser uma escolha e se torna a condição para que as PMEs não apenas sobrevivam, mas se destaquem e cresçam de forma consistente.
TikTok assume liderança de downloads no Brasil
O TikTok retomou em novembro a primeira posição no ranking mensal de downloads no Brasil, após dez meses fora do topo. Segundo dados da AppMagic compilados pelo Mobile Time, o app registrou 4,6 milhões de instalações somando Android e iOS, consolidando-se novamente como o mais baixado no país.

A última vez que o TikTok havia ocupado o primeiro lugar foi em janeiro de 2025. Desde então, ChatGPT e Temu se alternaram na liderança, com exceção de outubro, quando o Gemini assumiu o topo. O resultado de novembro marca a recuperação do aplicativo da ByteDance em um cenário cada vez mais competitivo.
Ascensão de Block Blast!, Shein e Seekee
Entre os dez mais instalados, o avanço de Block Blast! chamou atenção. O jogo subiu 21 posições e terminou novembro como o terceiro app mais baixado. Na mesma lista, Shein também teve destaque ao saltar da 16ª para a 8ª colocação, enquanto o buscador com IA Seekee avançou da 17ª para a 10ª.
Na direção oposta, dois jogos que estavam no top 10 em outubro deixaram a lista: Level Devil – not a troll e X-clash Challenger.
Após estrear entre os dez mais baixados no mês anterior, o Perplexity ficou fora do ranking em novembro. Seu volume de instalações caiu 54%, passando de 3,5 milhões em outubro para 1,6 milhão. Com a retração, o app de IA generativa encerrou o mês na 20ª posição no Brasil.
Declaração de Conteúdo Eletrônica passa a valer em abril – Veja o que muda
O prazo de prorrogação da Declaração de Conteúdo Eletrônica (DC-e) concedido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), encerra em menos de um mês e deve alterar a rotina do comércio eletrônico. O documento digital substitui a antiga declaração em papel e amplia o controle do Fisco sobre operações não comerciais realizadas por pessoas físicas e empresas não contribuintes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS.

Anunciada em 22 de setembro de 2025, a mudança foi prorrogada para 06 de abril de 2026. O prazo anterior era 1º de outubro de 2025. A prorrogação dá fôlego para que lojistas, transportadoras e desenvolvedores de sistemas adaptem seus processos.
Nelson Beltrame, professor da FIA Business School, recomenda que os lojistas organizem suas bases de dados de forma que possam agilmente emitir este documento que será obrigatório a partir do início de abril. A dica é “desenvolver arquivos contendo a descrição dos produtos a serem remetidos e seus respectivos NCMs (Norma Comum do Mercosul)”, ressalta.
O que muda na prática
A DC-e é um documento 100% eletrônico e deve ser emitida antes do início do transporte, sempre que a mercadoria for enviada pelos Correios ou por outras transportadoras e não houver exigência de nota fiscal eletrônica, a NF-e, ou nota fiscal de serviços eletrônica, a NFS-e.
A emissão pode ser feita por aplicativo do Fisco, sistemas próprios, marketplaces ou pelas próprias transportadoras. Depois de autorizada, a DC-e não pode ser alterada. Se houver erro, o cancelamento precisa ocorrer dentro do prazo previsto na regulamentação.
Com o novo modelo, o Fisco passa a acompanhar as movimentações em tempo real, o que aumenta a rastreabilidade e reduz brechas para irregularidades em operações sem nota fiscal.
A Declaração Auxiliar de Conteúdo Eletrônica, a DACE, funciona apenas como apoio. Ela pode ser apresentada em formato impresso ou digital durante fiscalizações em trânsito, mas não substitui a DC-e.
Impacto para PMEs e vendedores ocasionais
A obrigatoriedade vale para pessoas físicas e pessoas jurídicas não contribuintes do ICMS que realizam transporte de mercadorias sem documento fiscal. Não podem emitir DC-e empresas que atuam de forma habitual ou em volume que caracterize atividade comercial sujeita ao imposto estadual.
Segundo ele, o efeito tende a ser mais sentido pelas pequenas e médias empresas. “em termos práticos obrigará as PMEs a desenvolver um controle mais formal sobre suas operações. Até então as mesmas poderiam operar com controles manuais e que agora necessitarão de um maior rigor no tocante a seu conteúdo.”
Antes da DC-e, comerciantes podiam circular com mercadorias com menor nível de registro contábil. A partir da vigência da regra, esse cenário muda. “A principal diferença que isto trará para os negócios será um maior nível de controle e formalização de seus atos e ações”, finaliza.
Impressão automática de etiqueta logística
É possível fazer a impressão automática de etiquetas logísticas no Bling em um clique!
Você pode imprimir o DANFE Simplificado e a etiqueta de transporte unificada, ou apenas a impressão da etiqueta de transporte na impressora configurada.
Para isso, será utilizado o programa QZ Tray, responsável por fazer a comunicação com as impressoras no formato ZPL e PDF.
Para realizar a conexão do Bling com QZ Tray, é necessário ter o Java instalado em seu computador.
ATENÇÃO
O Bling não possui nenhuma configuração de impressora.
A configuração do tamanho do papel, dimensões, entre outras opções, devem ser realizadas diretamente em seu computador, no driver da impressora.
Em caso de dúvidas, procure um especialista para lhe ajudar nesta configuração.
Como instalar o programa Qz Tray
- Clique aqui para iniciar o download do programa
- Na primeira etapa da instalação, clique em ‘Next‘
- Em seguida, escolha o caminho de destino onde o Qz Tray será instalado
Recomendamos não alterar o destino selecionado
- Em seguida, clique em ‘Install‘
- Assim que o download for concluído, clique em ‘Close‘
O programa será aberto, e ficará visível na barra de tarefas do windows.
Localize-o, e clique sobre ele com o botão direito do mouse.
Em seguida, habilite a opção de inicialização automática.
Assim que o seu computador for ligado, o programa será executado.
Configurar Qz Tray no Bling
Acesse o ícone do perfil da sua empresa e clique em ‘Todas as configurações > Logística > Configurações de Logísticas‘.
Em seguida, clique no menu ‘Configurações de impressão automática‘.
Para iniciar o download, clique em ‘Qz Tray‘.
Clique aqui e veja como configurar o programa no seu computador
Definir impressoras específicas para cada usuário do sistema
Habilitando a opção ‘Imprimir direto pelo Bling‘, o Bling buscará as impressoras instaladas no computador.
Caso você possua impressoras instaladas em outro computador, deverá repetir esse processo para cada computador.
Caso a quantidade incorreta de impressoras for detectada, clique em ‘Atualizar listagem‘.
Nenhuma impressora detectada
Após detectar corretamente, você deve vincular cada uma ao usuário que utilizará a impressora, isso facilita a organização da expedição de seus produtos.
Esse processo deve ser realizado pelo usuário administrador do sistema.
À esquerda, serão listados todos os usuários cadastrados no sistema, incluindo o administrador e à direita a impressora que está associada ao usuário, o botão ‘Testar conexão‘ está disponível somente para o administrador.
Após associar as impressoras aos usuários, eles poderão gerar etiquetas somente para a impressora vinculada.
INFORMAÇÕES IMPORTANTES
- Quando há apenas uma impressora conectada ao computador, ela será definida como padrão para todos os usuários.
- Para não permitir que um usuário realize impressões automáticas, o usuário administrador deve selecionar a opção ‘Nenhuma‘ no campo ‘Impressora‘ do usuário desejado.
- Se o usuário padrão deseja utilizar outra impressora instalada em seu sistema, é necessário que o administrador realize o login no sistema, faça uma nova busca de impressoras instaladas e vincule a impressora ao usuário.
- Para alterar a impressora de um usuário, é necessário que o Bling seja acessado pelo administrador através do computador onde a impressora está instalada, caso o administrador tente alterar por um computador diferente, o campo ficará bloqueado para edição.
Para o usuário que não é administrador, a tela de configuração exibirá a impressora que ele possui permissão para realizar impressão e o botão ‘Testar conexão‘.
Menus onde é possível imprimir DANFE Simplificado + Etiqueta de transporte
ou apenas a Etiqueta de transporte
- Vendas > Notas Fiscais de Saída
- Vendas > Checkout de pedidos
- Vendas > Vendas (apenas etiqueta de transporte)
- Vendas > Objetos de postagem (apenas etiqueta de transporte)
Impressão a partir do menu ‘Notas fiscais de saída’
No menu Vendas > Notas fiscais de saída:
- Selecione a nota fiscal
- No canto direito da tela, clique apenas em ‘Etiqueta de transporte‘ ou ‘DANFE Simplificado + Etiqueta de transporte‘
Duas caixas de diálogos do Qz Tray aparecerá.
Em ambas, clique em ‘Allow‘ para conectar com a impressora.
Caso não apareça nenhuma caixa de diálogo, significa que o Bling não conseguiu se conectar ao Qz Tray.
Em caso de sucesso na impressão, será mostrado na lista de impressões geradas os arquivos enviados para a impressora. Caso ocorra alguma falha nesse processo, significa que o Bling não conseguiu comunicação com a impressora configurada.
Impressão a partir do ‘Checkout de pedidos’
Na tela do checkout:
- Finalize a inserção dos itens no checkout
Veja como utilizar o checkout de pedidos de venda
- No canto direito da tela, clique no ícone da impressora
- Depois clique sobre a opção ‘Imprimir etiqueta de transporte‘ apenas, ou ‘Imprimir Danfe + etiqueta de transporte‘ unificada
Veja como automatizar as operações do Checkout
Impressão apenas da etiqueta a partir de ‘Vendas’
No menu Vendas > Pedidos de venda:
- Abra o menu de três pontos à frente da venda
- Clique em ‘Imprimir etiqueta de envio‘
Impressão apenas da etiqueta a partir de ‘Objetos de postagem’
Ao finalizar a geração da remessa:
- Informe a logística no topo da tela
- Selecione os objetos que deseja imprimir
- Depois clique sobre a opção ‘Imprimir etiquetas‘ ou clique individualmente no ícone da impressora à frente do objeto
Como vender no TikTok Shop
Solução de e-commerce, focada em vídeos interativos e transmissões ao vivo, aparece no próprio feed da plataforma, com uma tag que redireciona para o link do produto.
Vender produtos em vídeos interativos e transmissões ao vivo diretamente pela rede social. Essa é a proposta do TikTok Shop, nova funcionalidade de e-commerce lançada no Brasil nesta quinta-feira (8/5), que busca facilitar a jornada do consumidor e transformar as vendas de marcas, empreendedores e criadores de conteúdo.
A solução aparece no próprio feed da plataforma, com uma tag que redireciona para o link do produto. Também existe uma vitrine e a aba da loja, onde marcas e criadores podem organizar coleções de produtos personalizadas.
Confira o passo a passo para vender no TikTok Shop:
- Crie uma conta profissional e conecte sua loja por meio do TikTok Shop Seller Center para dar início à produção de vídeos e transmissões que promovam os produtos;
- Forneça documentos para verificar sua empresa e as informações bancárias do negócio;
- Informe um número de telefone e endereço de e-mail válidos;
- Escolha o país e o tipo de empresa para a qual vai configurar uma loja, ou se vai vender usando seu próprio nome como pessoa física;
- Informe o nome jurídico e o número de identificação de empregador (EIN) caso a loja seja criada para uma empresa;
- Configure o endereço de depósito ou retirada da loja, incluindo a identificação do endereço físico, nome de uma pessoa para contato de preferência, CEP, número de telefone e endereço de devolução para loja;
- Aceite os termos e as condições da plataforma;
- Clique em “iniciar sua empresa”.
